Banco Del Mutuo Soccorso


Pedra fundamental da carreira de um dos grupos mais apreciado de todos os tempos, esse primeiro trabalho do Banco é antológico, para muitos imbatível na sólida discografia setentista da banda.

Vittorio Nocenzi esbanja virtuosismo e a inspiração ronda todas as músicas, desde a introdução "In Volo" narrada em tintas medievais, passando pela clássica e desconcertante "Metamorfosi" e desaguando no mais tradicional cancioneiro italiano com a bela "Traccia".

Difícil não repetir a audição ao término desse monumental disco.

Por | ProgBrasil

1972 | BANCO DEL MUTUO SOCCORSO

01 | In Volo
02 | R.I.P. (Requiescant In Pace)
03 | Passaggio
04 | Metamorfosi
05 | Il Giardino Del Mago
      a) ... Passo Dopo Passo ...
      b) ... Chi Ride E Chi Geme ...
      c) ... Coi Capelli Sciolti Al Vento ...
      d) Compenetrazione
06 | Traccia

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Chick Shannon & The Last Exit Band




1975 | TEARS ON THE CONSOLE

The Stealers
Cornflower Blues
Tears On The Console
Peach On A Love
Brand New Day
Living In The City
No | 5 Along From Reds
Get Down To It
Call The Shots
Play Like A Band
No Point At All
Dust Blues
The Bully
Like Decent Folks Do
White Knight
Heart Of The Storm
Echoes Of Holyground

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Mercedes Sosa


Esta é uma edição pessoal, de um lançamento da PHONOGRAM-BRASIL em LP de vinil, nos meados dos anos '70. Ela é particularmente interessante pois contém canções antigas de Sosa (anos '60 e '70), muitas delas dificilmente são encontradas, ou não disponíveis em nenhuma mídia (LP, CD, Cassete) desde o seu lançamento, tanto na Argentina, como nos Estados Unidos e Europa e somente algumas músicas dessa coleção estão disponíveis em LPs antigos, CDs coletâneas, ou em algumas reedições.

Esta compilação nos mostra uma Mercedes com o vigor e a ternura de sempre, mas com a voz jovem e sem dividir a atenção com outros astros da música internacional. Algumas músicas, por mais que fossem processadas digitalmente, não têm um som muito bom, mas valem pelo documento.

Por | GPS SONORO

1977 | A ARTE DE MERCEDES SOSA

VOLUME 1
Para Cantarle A Mi Gente
Canción Del Derrumbe Indio
Canción Para Un Niño En La Calle
Gracias A La Vida
Volver A Los 17
Balderrama
Tristeza
Canción Para Mi America
Alfonsina Y El Mar
Canción Con Todos
Duerme Negrito
Me Gustan Los Estudantes
La Carta

VOLUME 2
Los Hermanos
Violin De Becho
Hermano, Dame Tu Mano
Cuanto Trabajo
Azul Provinciano
Marrón
Te Recuerdo Amanda
Plegaria A Un Labrador
Hasta La Vitoria
Canta Tu Canción
Cuanto Tenga La Tierra
A Que Florezca Mi Pueblo
Si Se Calla El Cantor

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The Black Crowes

É fácil empurrar os Black Crowes em direção à armadilha do rótulo “classic rock”: afinal, o grupo reconhece beber as fontes abertas por bandas que tiveram seu auge nos anos 1970, como Faces, Rolling Stones, Humble Pie e Grateful Dead. Mas seria igualmente injusto fazê-lo, já que a banda dos irmãos Chris (voz) e Rich Robinson (guitarras) faz mais que “atualizar” a sonoridade setentista de seus ídolos – é bem mais correto dizer que eles estão na mesma sintonia criativa, apontando novos rumos para um período do rock que era vigente quando eles eram crianças, mas que, em seus corações, nunca deixou de ser relevante.

Os Black Crowes começaram, sim, como uma boa cópia dos Stones de “Sticky Fingers” e “Exile On Main Street”. Seu primeiro disco, “Shake Your Money Maker” (1990) emprestava até o tecladista da agremiação de Jagger & Richards, o veterano Chuck Leavell. Mas já no segundo álbum, “The Southern Harmony and Musical Companion” (1992), mostrava a identidade e a qualidade nas composições assinadas a duo pelos irmãos – únicos membros constantes na formação da banda. Notava-se ali um rock no qual soul e country eram influências fortes, e que cobrariam sua cota maior em discos como “Amorica” (1994) e “By Your Side” (1999) – o primeiro, o magnum opus da banda, uma sonoridade estradeira, empoeirada mais pelo acúmulo de quilômetros rodados do que pela passagem do tempo; o segundo, o trabalho mais pop da banda, acenando para uma versão enguitarrada dos clássicos da Stax. ... (continua)

Por | Leonardo Vinhas

1992 | THE SOUTHERN HARMONY AND MUSICAL COMPANION

01 | Sting Me
02 | Remedy
03 | Thorn in My Pride
04 | Bad Luck Blue Eyes Goodbye
05 | Sometimes Salvation
06 | Hotel Illness
07 | Black Moon Creeping
08 | No Speak No Slave
09 | My Morning Song
10 | Time Will Tell (Bob Marley)
11 | Sting Me (slow) (Bonus Track)
12 | 99 lbs (Bonus Track)

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Lula Côrtes e Zé Ramalho


AGRESTE PSICODÉLICO

A trilha em busca das origens de Paêbirú, o disco maldito de Lula Côrtes e Zé Ramalho,
hoje o vinil mais caro do Brasil


Por | Cristiano Bastos

No dia 29 de dezembro de 1598, os soldados liderados pelo capitão-mor da Paraíba, Feliciano Coelho de Carvalho, encalçavam índios potiguares quando, em meio à caatinga, nas fraldas da Serra da Copaoba (Planalto de Borborema), um imponente registro de ancestralidade pré-histórica se impôs à tropa. Às margens do leito seco do rio Araçoajipe, um enorme monólito revelava, aos estupefatos recrutas, estranhos desenhos esculpidos na rocha cristalina.

O painel rupestre se encontrava nas paredes internas de uma furna (formada pela sobreposição de três rochas), e exibia, em baixo-relevo, caracteres deixados por uma cultura há muito extinta. Os sinais agrupavam-se às representações de espirais, cruzes e círculos talhados, também, na plataforma inferior do abrigo rochoso.

Inquietado com a descoberta, Feliciano ordenou minuciosa medição, mandando copiar todos os caracteres. A ocorrência está descrita em Diálogos das Grandezas do Brasil, obra editada em 1618. O autor, Ambrósio Fernandes Brandão (para quem Feliciano Coelho confiou seu relato), interpretou os símbolos como "figurativos de coisas vindouras". Não se enganara. O padre francês Teodoro de Lucé descobriu, em 1678, no território paraibano, um segundo monólito, ao se dirigir em missão jesuítica para o arraial de Carnoió. Seus relatos foram registrados em Relação de uma Missão do rio São Francisco, escrito pelo frei Martinho de Nantes, em 1706.

Em 1974, quase 400 anos depois da descoberta do capitão-mor da Paraíba, os tais "símbolos de coisas vindouras" regressariam. Dessa vez, no formato e silhueta arredondada de um disco de vinil. A mais ambiciosa e fantástica incursão psicodélica da música brasileira - o LP Paêbirú: Caminho da Montanha do Sol, gravado de outubro a dezembro daquele ano por Lula Côrtes e Zé Ramalho, nos estúdios da gravadora recifense Rozemblit.

Contar a história do álbum, longe da amálgama das pessoas, vertentes sonoras e, especialmente, da chamada Pedra do Ingá que o inspirou, é impossível. Irônico é que o LP original de Paêbirú também tenha se convertido em "achado arqueológico", assim como a pedra, 33 anos depois de seu lançamento. As histórias sobre a produção do disco, como naufragou na enchente que submergiu Recife, em 1975 e, por fim, se salvara, são fascinantes.

A prensagem de Paêbirú foi única: 1.300 cópias. Mil delas, literalmente, foram por água abaixo. A calamidade levou junto a fita master do disco para que a tragédia ficasse quase completa. Milagrosamente a salvos ficaram somente 300 exemplares. Bem conservado, o vinil original de Paêbirú (o selo inglês Mr Bongo o relançou em vinil este ano) está atualmente avaliado em mais de R$ 4 mil. É o álbum mais caro da música brasileira. Desbanca, em parâmetros monetários (e sonoros: é discutível), o "inatingível" Roberto Carlos. O Rei amarga segundo lugar com Louco por Você, primeiro de sua carreira, avaliado na metade do preço do "excêntrico" Paêbirú.

A expedição no rastro dos mistérios e fábulas de Paêbirú se inicia em Olinda (Pernambuco). O artista plástico paraibano Raul Córdula me recebe em seu ateliêr. Na parede do sobrado histórico, uma cobra pictográfica serpenteia no quadro pintado por ele. A insígnia foi decalcada da mesma inscrição que, há milênios, permanece entalhada na Pedra do Ingá. ... (continua)

1975 | PAÊBIRÚ

01 | Trilha de Sumé
02 | Culto à Terra
03 | Bailado das Muscarias
04 | Harpa dos Ares
05 | Não Existe Molhado Igual ao Pranto
06 | O M M
07 | Raga dos Raios
08 | Nas Paredes da Pedra Encantada
09 | Marácas de Fogo
10 | Louvação a Iemanjá
11 | Regato da Montanha
12 | Beira Mar
13 | Pedra Templo Animal
14 | Trilha de Sumé

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Duke Ellington


O compositor e bandleader Ellington conduziu um das orquestras mais notáveis e autodefinidas do jazz durante 50 anos. Não só manteve uma visão musical consistente onde pode desenvolver o seu trabalho como um compositor, mas se sustentou durante décadas com um núcleo leal de solistas que construiram suas próprias marcas na história do jazz.

Dentro do contexto de direção de uma banda, Ellington se tornou figura única no mundo do jazz ao produzir um songbook da canção popular americana comparável em amplitude e profundidade ao que foi gerado por Gershwin, Rodgers, Berlim e Arlen.

Canções como "Mood Indigo", "Solitude", "In A Sentimental Mood", "Don't Get Around Much Anymore" e muitos outros foram executados amplamente e se tornaram standards americanos.

Ellington nasceu em 29 de abril de 1899, e cresceu em um ambiente de classe-média em Washington, D.C. Ele começou a tocar piano com sete anos nos estilos de ragtime e stride. Ele veio para New York com os Washingtonians, e logo assumiu liderança quando Snowden partiu.

Ellington ficou com um grupo de instrumentistas que permaneceriam com ele durante anos e o seguiriam até o topo: Sonny Greer, Otto Hardwick, Arthur Whetsol e Fred Guy. Antes do final dos anos vinte, entraram para o grupo: Harry Carney, Johnny Hodges e Cootie Williams, cada um permanecendo com Ellington até nos anos sessenta.

Os anos de formação da banda de Ellington cobrem de 1924 até 1935. Na seção rítmica a tuba e o banjo foram substituídos pelo baixo e violão e Lawrence Brown trouxe um som único para o trombone. O período também rendeu uma combinação de sucessos para Ellington, como "Rockin'In Rhythm", "Black And Tan Fantasy", "Creole Love Call, que permaneceriam no seu repertório até o fim.

O período de maturidade começa em meados dos anos trinta e atinge o auge no período de 1940-45. As presenças de Jimmy Blanton no baixo e de Ben Webster no sax-alto foram fundamentais na construção de "Ko Ko", "Concerto For Cootie", "Jack The Bear", "Cotton Tail", "Harlem Airshaft" e "Take The A Train", todas gravadas pela RCA.

Este período de intensa criatividade estende até sua composição mais ambiciosa de Ellington, o épico "Black, Brown And Beige", concebido em 1943. Depois da guerra, seu som sobreviveu, mas a intensidade compositional caiu muito até o final da década, Ellington perdeu muito das suas distintas vozes.

O período moderno, ou a Era de Newport começa em 1951 quando Sonny Greer foi substituído por Louis Bellson e a banda ganhou uma nova agilidade rítmica. Bellson ficou durante aproximadamente três anos, no final sendo substituído por Sam Woodyard.

Mas a flutuação rítmica da banda sempre era fixa com um rasto moderno e melhorias sutis inspiradas em sua musicabilidade. Quando Johnny Hodges voltou depois de uma ausência de cinco anos, Ellington sentiu-se revigorado e pronto para seguir adiante.

O desempenho histórico de "Diminuendo And Crescendo In Blue" no Newport Jazz Festival de 1956 abriu uma era nova de prosperidade para Ellington que reavivou a composição e produziu uma sucessão de trabalhos estimulantes, de "Such Sweet Thunder" (1957) para "The Far East Suite" (1966).

Durante os anos finais da banda, início de 60 até 1974, a morte cortou fora o que tinha parecia ser imutável. Duke Ellington morreu de câncer no dia 24 de maio de 1974, mas a banda continuou de forma irregular, sob a direção de seu filho Mercer Ellington.

Por: Clube de Jazz

2001 | CONCERT OF SACRED MUSIC (1965)

01. In The Beginning God
02. Tell Me It's The Truth
03. Come Sunday
04. The Lord's Prayer
05. Come Sunday
06. Will You Be There - Ain't But The One
07. New World A-Coming
08. David Danced Before The Lord With All His Might

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The Early Blues Roots Of Led Zeppelin



2000 | THE EARLY BLUES ROOTS OF LED ZEPPELIN

01 | Memphis Minnie | When The Levee Breaks
02 | Sonny Boy Williamson | Sugar Mama
03 | Josh White | Jesus Gonna Make Up My Dying Bed
04 | Blind Willie Johnson | Nobody's Fault But Mine
05 | Robert Johnson | Travelling Riverside Blues
06 | Sleepy John Estes | The Girl I Love She Got Long Curly Hair
07 | Bukka White | Shake 'Em On Down
08 | Blind Boy Fuller | I Want Some Of Your Pie
09 | Leadbelly | Gallis Pole
10 | Arthur Crudup | My Mama Don't Allow Me
11 | Sonny Boy Williamson | My Baby I've Been Your Slave
12 | Bukka White | Fixin' To Die
13 | John Lee Hooker | Boogie Chillen
14 | Oscar Woods | Lone Wolf Blues
15 | Sonny Boy Williamson | Got The Bottle Up And Gone
16 | Big Bill Broonzy | Truckin' Little Woman
17 | St | Louis Jimmy Oden | Going Down Slow

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Suricato | Prá Sempre Primavera

Lançado de modo independente, "Pra Sempre Primavera" é a estreia do trio Suricato, formado por Rodrigo Nogueira (voz, guitarra), Diogo Gameiro (bateria) e Mário Vargas (baixo). No disco, o baixo foi gravado por Lancaster Lopes.

Acreditando naquele poder que o termo 'power trio' pode carregar, o Suricato faz um folk rock por vezes bem suave e pop, como em "Diante de qualquer nariz" e às vezes mais ruidoso, como em "Inseparáveis".

"Talvez", com seu jeitão anos 80; a melancólica "Justo Logo Quem"; e "Conceitos e Nomes", com sua bela letra, merecem destaque no repertório. O grupo não se prende a rótulos, ainda que o som seja fácil, mas a banda experimenta, inserindo no repertório a curta faixa "My baby macumba", contando apenas com ukelele e voz.

"Por aí", uma música que pode passar batida na primeira audição, vale ser mencionada. Ela mostra um lado irônico do grupo e faz referência, ainda que torta, à bossa nova e ao samba, nos versos "Não vou de samba, muito menos de avião. Bom sujeito nunca fui e não vou ser" e na linha de guitarra lá pelo meio da faixa.

A pesada e arrastada "De amor não morro", que encerra o disco, tem uma estranha melodia que me lembrou "Asa Branca" de Luiz Gonzaga. O que, aliás, ficou um tanto estranho quando ouvi os versos "Quando olhei a terra ardente / fugi consciente, não ser meu lugar". Humor? Homenagem? Você decide, mas coincidência não é.

A produção de Jr. Tostoi é boa mas sem firulas. A própria banda, em sua página no Facebook, disse que abriu mão "dos excessivos overdubs e barulhinhos". Assim, "Pra Sempre Primavera" é direto e soa honesto e inteligente.

Estas aliás são as melhores palavras para definir a banda. É claro que se ouve ecos de bandas e artistas dos anos 1980 e 90 na música do trio, revelando as influências de seus integrantes. Mas o Suricato mantém uma impressionante honestidade sem imitar este ou aquele e, especialmente, sem se preocupar com o que está na moda nos dias de hoje.

Por | Lizandra Pronin

2012 | PRÁ SEMPRE PRIMAVERA

01. Talvez
02. Justo logo quem
03. Diante de qualquer nariz
04. Conceitos e nomes
05. Inseparáveis
06. My babe macumba
07. Superfície da gente
08. Não Precisa falar
09. Por aí
10. De amor não morro

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Supersister

Supersister foi uma banda holandesa de Haia que fazia um rock progressivo que ia do jazz ao pop. Os membros da banda mais predominantes foram Robert Jan Stips (teclados, vocais), Sacha van Geest (flauta), Marco Vrolijk (bateria) e Ron van Eck (baixo).

Começaram as atividades usando o nome de “Sweet OK Sister” em 1968, atuando como uma banda escolar, liderada pelo cantor e compositor Rob Douw, que logo se desligaria do grupo. Os membros remanescentes continuaram como um quarteto musical mais sério, com o nome de Supersister. Seu estilo era o rock progressivo (estilo Canterbury), em que a execução do teclado de Stips tinha o papel dominante.

Debutaram com o álbum de 1970, “Present from Nancy”, emplacando sucessos como “She Was Naked", "A Girl Named You" e "Radio”. Depois de três álbuns, “Present From Nancy” (1970), “To The Highest Bidder” (1971), e “Pudding En Gisteren” (1972), Van Geest e Vrolijk resolveram deixar a banda. Reagruparam novamente com novos membros, Charlie Mariano (instrumentos de sopro) e Herman van Boeyen (bateria) e lançaram o álbum “Iskander” em 1973, trabalho orientado e conceitual de jazz/rock, com base na vida de Alexandre, o Grande. Em 1974, Stips e Van Geest lançaram ainda um outro álbum, “Supersister Ok Sweet”, que por sinal, marcaria o fim da banda.

Após um pedido do festival Progfest, eles se reuniram novamente em 2000, para uma apresentação em Los Angeles. Os quatro membros da banda do período 70-73 decidiram ir mais longe e o resultado foi, além da participação no festival, também a realização de uma pequena turnê pela Holanda no final de 2000 e no início de 2001. Para marcar a ocasião, lançaram um álbum de raridades, “M.A. A”, contendo gravações ao vivo e de estúdio da era 1969-1973. Infelizmente, devido a morte inesperada de Van Geest por insuficiência cardíaca, no verão de 2001, a banda desfez-se novamente. Um show decorrente dessa reunião, gravado no Paradiso em Amsterdam foi lançado em 2001 em CD, “Supersisterious” e em 2006 em DVD, “Supersister OK Sweet”, que incluía também, vários documentários novos e antigos, fotografias e material inédito da banda.

Eles se encontraram mais uma vez como um trio, em 2010, para apresentar duas músicas em um show televisionado em celebração dos 50 anos da música popular holandesa. Após isso, foram convidados para participar do festival Nearfest 2011, iniciaram os ensaios, mas sua apresentação teve que ser cancelada quando Ron Van Eck ficou seriamente doente (ele já estava lutando contra a leucemia por um tempo) vindo a falecer em julho de 2011.

Texto: Wikipédia, traduzido por: Francisco Eduardo.

1970 | ANYWHERE

01 | Anywhere
02 | Louisiana Blues
03 | Black Sabbath
04 | House Of The Rising Sun
05 | Twenty-First Century Schizoid Man
06 | Anywhere



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