sábado, 14 de dezembro de 2019

Guilherme Arantes


A capa mostra um jovem cabeludo e solitário andando por uma rua vazia do centro de uma cidade urbana, indo em direção a um piano. O título leva apenas o nome do tal jovem: Guilherme Arantes.

Com 23 anos de idade e um disco anterior no currículo, como líder do grupo Moto Perpétuo, o cantor, compositor e tecladista paulistano iniciava sua carreira solo com força total. E não só pelo fato de o álbum trazer como atrativo Meu Mundo e Nada Mais, canção incluída na trilha da novela global Anjo Mau e certamente a que maior repercussão obteve, entre todas as tocadas naquela “telelágrima”. O LP pode ser considerado uma espécie de pontapé inicial no pop nacional em nível internacional.

Tudo aqui é de alta qualidade. Arranjos, músicos participantes (até o célebre flautista Altamiro Carrilho marca presença!), vocais…… Mas o que chama mesmo a atenção é o forte conteúdo e personalidade de cada uma das dez canções.

Minha favorita é a intensa Cuide-se Bem, advertência a quem é obrigado a conviver com a violência do dia-a-dia da vida moderna, lançada em 1976 e ainda atual em 2009. Nave Errante evoca a juventude, a coragem e a curiosidade, enquanto A Cidade e a Neblina envereda por rumos semelhantes com um pique rock and roll dançante. Descer a Serra (Sorocabana) é puro bom humor e diversão. E por aí vai.

Guilherme as interpreta de forma personalizada, com voz agradável e carismática, e seus teclados são executados de forma madura e swingada, como uma espécie de Elton John brazuca.

Guilherme Arantes, o CD, diverte, faz dançar, evoca romantismo e idealismo, mas principalmente nos envolve com sua aura positiva.

Era o pontapé inicial de uma carreira brilhante, repleta de momentos luminosos, canções lindas e honestidade de propósitos, sempre. Uma estrada aberta que, felizmente, continua sendo trilhada por este verdadeiro mestre do pop à brasileira.

Texto | Fabian Chacur

1976 | GUILHERME ARANTES

01. A Cidade e a Neblina
02. Águas Passadas
03. Lamento lhe Encontrar Triste
04. Descer a Serra (Sorocabana)
05. Meu Mundo e Nada Mais
06. Nave Errante
07. Cuide.Se Bem
08. Pégaso Azul
09. Antes da Chuva Chegar
10. Não Fique Estática

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Blade Runner (UK)


Banda britânica de heavy-metal formada por Steve Mackay, Gary Jones, Mark Wilde, Mick Cooper e Greg Ellis. O álbum Hunted foi lançado em 1984.

1984 | HUNTED

01. Too Far Too Late
02. Run From The Night
03. Back Street Lady
04. The Stealer
05. Hunted
06. I'Ve Got To Rock
07. Dogs Of War
08. Back On The Street
09. Looking From The Outside

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

The Kinks


KINKS: "LOLA", O CONFLITO DO INDIVÍDUO COM A SOCIEDADE

Saída da Invasão Britânica dos anos 60, o The Kinks, conhecido pela música ''You Really Got Me'', nunca teve, nos anos 60, sucesso nos EUA e em outras partes ao redor do mundo, a não ser na Inglaterra.

No começo dos anos 60, os Kinks estavam em completa ascensão, e tudo coincidia para um sucesso estrondoso da banda nos EUA. Em 1965, após uma turnê bem sucedida na terra do Tio Sam, a banda, por motivos misteriosos, foi proibida de entrar em território norte - americano por quatro anos. O que, obviamente, impediu um sucesso da banda em outros lugares do mundo.

Restrito ao território britânico, o The Kinks, começaram a lançar álbuns que criticavam os costumes ingleses da época. Após os álbuns The Kinks Are The Village Green Preservation Society, de 1968 e Arthur Or The Decline Of The British Empire, de 1969, a banda extrapolou os limites de crítica, e foram execrados pela mídia. Tendo como consequência, baixas vendagens e pouca repercussão.

Em 1970, já com a proibição de entrada ao território norte - americano acabada, a banda lança o álbum ''Lola Versus Powerman and the Moneygoround'', que faz com que a banda retorne ao topo das paradas britânicas, e inicia uma repercussão positiva no território norte-americano, dando uma maior visibilidade à banda.

Sendo sucesso de crítica e público, o disco ''Lola...'', é um álbum conceitual, que discute o tema da indústria musical e suas vertentes, incluindo editoras, sindicatos, imprensa, contadores, empresários e a estrada. A banda aborda o tema de forma satírica e sarcástica, o que estava de certa forma, presente em álbuns anteriores do The Kinks.

O universo musical que permeia o álbum é bem diverso. Tendo canções que flertam com o hard rock, folk, pop e, obviamente, o British rock.

Mais do que a musicalidade contida neste álbum, deve-se levar em conta as letras, impregnadas de uma crítica à um sistema que aprisiona as pessoas ao dinheiro, anulando a única característica que nos diferencia dos animais, a liberdade.

Nunca veremos tal obra na música por muitos anos.

Texto | R.C. Sanches

1970 | LOLA VERSUS POWERMAN AND THE MONEYGOROUND PART ONE

01. The Contenders
02. Strangers
03. Denmark Street
04. Get Back In Line
05. Lola
06. Top Of The Tops
07. The Moneygoround
08. This Time Tomorrow
09. A Long Way From Home
10. Rats
11. Apeman
12. Powerman
13. Got To Be Free
Bonus Tracks
14. Lola (Mono)
15. Apeman (Demo/Mono)
16. Powerman (Demo/Mono)

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sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Fistful of Mercy


Fistful of Mercy é um grupo de rock composto por Dhani Harrison, Ben Harper e Joseph Arthur.

A banda se formou em fevereiro de 2010, quando Arthur pediu a Harper que o acompanhasse no estúdio; Harper então pediu a Harrison, a quem ele conhecera em um parque de skate em Santa Monica , Califórnia, para acompanhá-los. Ao chegar ao estúdio da Carriage House, no bairro de Silverlake em Los Angeles, o trio passou a escrever e gravar nove músicas acústicas originais. Harrison comparou o processo colaborativo do trio com a participação de seu pai nos Traveling Wilburys .

Depois de gravar as nove faixas, Harrison chamou o amigo e baterista de longa data Jim Keltner para fazer uma overdub de percussão. A violinista Jessy Greene também participou da gravação.

Posteriormente a banda fez sua estréia ao vivo em uma performance para KCRW 's Morning Becomes Eclectic em 26 de agosto de 2010. Fistful of Mercy lançou seu primeiro álbum como eu chamá-lo para baixo em 5 de Outubro, 2010 via gravadora de Harrison Hot Records.

A banda foi mencionada em um enredo da série Parenthood da NBC, onde alguns personagens foram a um show do Fistful of Mercy no episódio da segunda temporada "Estou muito mais legal do que você pensa". Punhado da música de Mercy "In Vain or True" também é tocada durante as cenas do episódio. Em 10 de novembro, a banda tocou a música "Father's Son" com o convidado especial Tom Morello no terceiro episódio de Conan .

Em fevereiro de 2013, sua página oficial do Facebook declarou que eles estavam de volta ao estúdio, com um novo álbum chegando em uma data a ser anunciada; no entanto, nenhum álbum havia sido programado para ser gravado no final de 2016. Ben Harper declarou em agosto de 2016 que um novo álbum seria lançado eventualmente, mas que os três membros ainda não haviam encontrado tempo para gravar juntos, apesar do contato regular.

Texto | Wikipédia

2010 | AS I CALL YOU DOWN

01. In Vain or True
02. I Don't Want to Waste Your Time
03. As I Call You Down
04. Father's Son
05. Fistful of Mercy
06. 30 Bones
07. Restore Me
08. Things Go 'Round
09. With Whom You Belong

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domingo, 24 de novembro de 2019

V.A. - Brazilian Post Punk


Duas décadas após ter passado desapercebido pelo grande público, o pós-punk brasileiro é tema de duas compilações internacionais: "Não Wave - Brazilian Post Punk 1982-1988", que acaba de ser lançada na Alemanha pelo selo Man Recordings, e "The Sexual Life of the Savages - Underground Post-Punk from Brazil", da gravadora inglesa Soul Jazz.

Os discos têm diferenças sutis entre si. "Não Wave", por exemplo, traz em seu repertório uma música inédita do Ira!, "Lá Fora Pode até Morrer"; o punk funk dos cariocas do Black Future; "Prince no Deserto Vermelho", da "superbanda underground" AKT, formada por integrantes dos grupos De Falla (Porto Alegre), R. Mutt (Belo Horizonte), Mercenárias e Bruhaha Babélico (SP); e "Agentss", do Agentss.

"The Sexual Life of the Savages" é mais paulistana e tem a dissonância dark do Smack; "Madame Oráculo do Nau", que revelou Vange Leonel; o groove inventivo do Gueto; dois momentos robustos da Patife Band; a new wave tropical da Gang 90 & Absurdettes; Cabine C, de Ciro Pessoa, um dissidente dos Titãs; e a eletrônica santista do Harry. Akira S & as Garotas que Erraram, Fellini, Mercenárias, Chance e Muzak são onipresentes nos dois registros.

"Selecionamos músicas de que gostamos. É lógico que muita coisa legal ficou de fora", diz Bruno Verner, 33, do Tetine, que assina, ao lado de Eliete Mejorado, a curadoria do projeto.

A idéia surgiu em 2004, depois de um especial das Mercenárias feito no programa de rádio Slum Dunk, que o Tetine mantém na Resonance FM de Londres. Segundo Verner, a gravadora adorou as composições, entrou em contato, e as conversas resultaram no álbum que tem como título uma das frases da canção "Nosso Louco Amor", de Júlio Barroso e Herman Torres.

"Escolhemos "The Sexual Life of the Savages" primeiro para homenagear o Júlio, pois o começo dessa história no Brasil se deve muito a ele e à Gang 90. Segundo, porque queríamos brincar com a imagem selvagem que o Brasil tem para o mundo com ironia e ao mesmo tempo celebratória", diz Verner.

O produtor inglês Andy Comming, 40, seis anos de Brasil, foi o responsável pela concepção de "Não Wave". Na seleção, teve o auxílio de dois importantes personagens da cena: o jornalista, músico e escritor Alex Antunes, do Akira S, e o guitarrista Miguel Barrella, do Agentss, Voluntários da Pátria e Gang 90. "Reunimos o material que foi masterizado em Berlim", diz Comming.

Segundo o produtor, o lançamento já está repercutindo. "DJs têm tocado as faixas, críticos como [o britânico] Simon Reynolds [autor do livro "Rip It Up And Start Again: Post-Punk 1978-1984'] ficaram surpresos, e a revista alemã De-Bug publicou uma resenha bem positiva."

Para Alex Antunes, 45, as revisões internacionais servem de alento psicológico aos envolvidos. "Achávamos que toda aquela intensidade iria se perpetuar, mas de certo modo o movimento se perdeu. Isso deixou uma sensação esquisita em muitos de nós. Os álbuns permitem que a cena, que foi enterrada viva, dê uma respirada", diz Antunes.

Texto | Rodrigo Carneiro

2005 | NÃO WAVE
(Brazilian Post Punk 1982 - 1988)


01. Agentss | Agentss
02. Black Future | Eu Sou o Rio
03. Akira S & as Garotas Que Erraram | O Futebol
04. Akira S & as Garotas Que Erraram | Sobre as Pernas
05. Azul 29 | Ciências Sensuais
06. Chance | Samba do Morro
07. Fellini | Teu Inglês
08. Fellini | Funziona Senza Vapore
09. Ira! | Lá Fora Pode Até Morrer
10. Akt | Prince no Deserto Vermelho
11. Vzyadoq Moe | Redenção
12. As Mercenárias | Polícia
13. Muzak | Ilha Urbana
14. Voluntários de Pátria | Iô Iô

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2005 | THE SEXUAL LIFE OF THE SAVAGES
(Underground Post-Punk from Sao Paulo, Brasil)


01. As Mercenárias | Inimigo
02. As Mercenárias | Pâico
03. Akira S & as Garotas Que Erraram | Sobre as Pernas
04. Akira S & as Garotas Que Erraram | Eu Dirijo o Carro Bomba
05. Fellini | Rock Europeu
06. Gang 90 | Jack Kerouac
07. Chance | Samba de Morro
08. Patife Band | Poema em Linha Reta
09. Patife Band | Teu Bem
10. Nau | Madame Óraculo
11. Chance | Striptease de Madame X
12. Smack | For a Daqui
13. Smack | Mediocridade Afinal
14. Fellini | Zum Zum Zazoeira
15. Muzak | Ilha Urbana
16. Cabine C | Tão Perto
17. Harry | You Have Gone Wrong

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terça-feira, 19 de novembro de 2019

V.A. - Two Rooms: Celebrating the Songs of Elton John & Bernie Taupin


Two Rooms: Celebrating the Songs of Elton John e Bernie Taupin é uma coletânea de interpretações de canções de Elton John feitas por diversos artistas. Foi lançada em 1991.

1991 | TWO ROOMS
(Celebrating the Songs of Elton John & Bernie Taupin)


01. Eric Clapton | Border Song
02. Kate Bush | Rocket Man (I Think It's Going To Be A Long, Long Time)
03. Sting | Come Down In Time
04. The Who | Saturday Night's Alright (For Fighting)
05. Beach Boys | Crocodile Rock
06. Wilson Phillips | Daniel
07. Joe Cocker | Sorry Seems To Be The Hardest Word
08. Jon Bon Jovi | Levon
09. ina Turner | The Bitch Is Back
10. Daryl Hall & John Oates | Philadelphia Freedom
11. Rod Stewart | Your Song
12. Oleta Adams | Don't Let The Sun Go Down On Me
13. Bruce Hornsby | Madman Across The Water
14. Sinead O'Connor | Sacrifice
15. Phil Collins | Burn Down The Mission
16. George Michael | Tonight

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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

The Dream Academy


The Dream Academy foi uma banda britânica de folk pop de Londres, Inglaterra, da década de 1980, era formada por Nick Laird-Clowes (vocais e guitarra), Kate St. John (vários instrumentos) e Gilbert Gabriel (teclado).

A canção mais conhecida do grupo é "Life in a Northern Town", incluida no álbum The Dream Academy (1985), produzido por David Gilmour, do Pink Floyd.

Texto | Wikipédia

1985 | THE DREAM ACADEMY

01. Life In A Northern Town
02. (Poised On) The Edge Of Forever
03. (Johnny) New Light
04. In Places On The Run
05. This World
06. Bound To Be
07. Moving On
08. The Love Parade
09. The Party
10. One Dream

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1987 | REMEMBRANCE DAYS

01. Indian Summer
02. The Lesson Of Love
03. Humdrum
04. Power To Believe
05. Hampstead Girl
06. Here
07. In The Hands Of Love
08. Ballad In 4/4
09. Doubleminded
10. Everybodys Gotta Learn Sometime
11. In Exile (For Rodrigo Rojas)

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1990 | A DIFFERENT KIND OF WEATHER

01. Love
02. Mercy Killing
03. Lucy September
04. Gaby Says
05. Waterloo
06. Twelve-Eight Angel
07. St. Valentine's Day
08. It'll Never Happen Again
09. Forest Fire
10. Lowlands
11. Not For Second Prize

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2000 | SOMEWHERE IN THE SUN...
Best Of The Dream Academy


01. Life In A Northern Town (Extended)
02. Ballad In 4/4
03. Power To Believe
04. Lucy September
05. Twelve-Eight Angel
06. One Dream
07. Hampstead Girl
08. This World
09. Love Parade
10. It'll Never Happen Again
11. Love (Hare Krishna Mix)
12. Indian Summer
13. In Places On The Run
14. (Johnny) New Light
15. The Party (Acoustic Version)
16. Please Please Please Let Me Get What I Want
17. Waterloo
18. Lowlands

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2000 | THE MORNING LASTED ALL DAY
A Retrospective


DISC 1

01. Life In A Northern Town
02. The Love Parade
03. The Edge Of Forever
04. Please, Please, Please Let Me Get What I Want
05. Johnny (New Light)
06. In Places On The Run
07. Ballad In 4/4
08. Girl In A Million (For Edie Sedgwick)
09. Power To Believe
10. This World
11. Here
12. One Dream

DISC 2

01. Indian Summer
02. Lucy September
03. Hampstead Girl
04. The Demonstration
05. Living In A War
06. Love
07. Waterloo
08. The Chosen Few
09. It’ll Never Happen Again
10. Power To Believe [Instrumental]
11. The Last Day Of The War
12. Sunrising

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sábado, 9 de novembro de 2019

Brother Jack McDuff


The Natural Thing é um álbum de 1968 do organista Brother Jack McDuff, que foi seu primeiro lançamento no selo Cadet.

Texto | Wikipédia

1968 | THE NATURAL THING

01. Let My People Go
02. Who Stole My Soul?
03. L. David Sloan
04. Funky Guru
05. Ain't It?
06. The Natural Thing
07. Run On Home
08. Con Alma
09. Rock Candy

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segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Truly


Truly é uma banda de rock americana formada no começo da era Grunge. A banda é um trio, composto pelo ex-baixista do Soundgarden, Hiro Yamamoto, o ex-baterista do Screaming Trees, Mark Pickerel e o vocalista e guitarrista do Storybook Krooks, Robert Roth. Apesar de não ter adquirido sucesso constante como as outras bandas de Seattle, a banda gastou uma década com dois álbuns de estúdio em seu nome.

A banda lançou um EP, Heart and Lungs, em 1991 e um álbum com 4 faixas chamado Leslie's Coughing Up Blood pela Sub Pop em 1993. Eles gravaram seu primeiro álbum de estúdio Fast Stories... from Kid Coma entre 1992-1994. A banda então assinou com a Capitol Records antes de lançar o trabalho, em 1995. O segundo álbum, Feeling You Up, foi lançado em 1997 pelo selo Thick Records. O último trabalho da banda, Twilight Curtains, foi lançado em 2000 na Europa pelo selo Cargo/Headhunter. Twilight Curtains reúne músicas e demos novas e antigas.

Texto | Wikipédia

1991 | HEART AND LUNGS (EP)

01. Heart And Lungs
02. The Color Is Magic
03. Truly Drowning
04. Married In The Playground





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1993 | LESLIE'S COUGHING UP BLOOD (Single)

01. Leslie's Coughing Up Blood
02. Virtually
03. I Hit Ignition (Single Version)
04. Queen Of The Girls (Demo)





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1995 | FAST STORIES...FROM KID COMA

01. Blue Flame Ford
02. Little Girls
03. If You Don't Let It Die
04. Hot Summer 1991
05. Blue Lights
06. Leslie's Coughing Up Blood
07. Hurricane Dance
08. Angelhead
09. Tragic Telephatic (Soul Slasher)
10. Virtually
11. So Strange
12. Strangling
13. Chlorine

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1997 | FELLING YOU UP

01. Intro/Public Access Girls
02. Twilight Curtains
03. Wait 'Til The Night
04. Air Raid
05. It's On Your Face
06. EM7
07. Come Hither
08. Leatherette Tears
09. The Possessions
10. Repulsion
11. Untitled

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2000 | TWILIGHT CURTAINS
(Plus Rare & Unreleased Tracks & Demons)


01. Twilight Curtains (Single Version 2000)
02. Leatherette Tears (Alternate version. Recorded 1995)
03. Aliens On Alcohol ("Fast Stories from Kid Coma" outtake. Recorded in 1994)
04. Wait 'Til The Night (LP Version, remastered. Recorded in 1997)
05. I Hit Ignition ( From Sub Pop "Leslie's Coughing Up Blood" European CD-5 1993)
06. Our Lips Are Sealed (From "Unsealed" a tribute to the Go Go's on 4 Alarm Records 1999)
07. Girl Don't Tell Me You'll Write (Unreleased Beach Boys cover recorded in 1996)
08. Queen Of The Girls (Robert Roth 4-track cassette demo. 1991)
09. 20th Century Voluntary Slaves (Unreleased band demo. Recorded 1996)
10. Mellotronica Symphonica (Mellotron-Optigan soundtrack, 4 track cassette. 1996)

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2013 | WHEELS ON FIRE (Single)

01. Wheels On fire








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2014 | WHEELS ON FIRE
(Live in Neumos - Seattle)


01. Virtually
02. Chlorine
03. Leatherette Tears
04. EM7/So Strange
05. Public Access Girls
06. Wheels on Fire
07. Blue Flame Ford
08. The Possessions

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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Ghost


Banda janponesa de acid folk/psychedelic rock formada em 1984.

Snuffbox Immanence é um álbum da banda japonesa Ghost. Foi lançado pela Drag City em 1999. A banda também lançou Tune In, Turn On e Free Tibet no mesmo dia. O álbum apresenta uma versão cover de "Live With Me", originalmente dos Rolling Stones.

1999 | SNUFFBOX IMMANENCE

01. Regenesis
02. Live With Me
03. Soma
04. Daggma
05. Snuffbox Immanence
06. Obiit 1961
07. Tempera Tune
08. Fukeiga
09. Sad Shakers
10. Hanmiyau

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sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Secos & Molhados


Apresentações ousadas, figurino e maquiagem extravagantes. O grupo Secos e Molhados fugiu do óbvio e, justamente por isso, ganhou notoriedade e reconhecimento. Mesmo com o passar dos anos, as criações de Ney Matogrosso, João Ricardo e Gerson Conrad não deixaram de servir de referência artística para novos nomes da música.

Recheado de críticas à ditadura militar, que estava implantada no Brasil, o primeiro disco do grupo, que leva o mesmo nome da banda, foi lançado em 1973 e foi o maior sucesso, batendo todos os recordes de vendagens de discos e público. "Primavera nos Dentes", "Assim Assado", "Sangue Latino", "O Vira" e "Rosa de Hiroshima" são algumas canções do álbum, que conta com 13 faixas. A capa do disco, inclusive, foi eleita pela Folha de S.Paulo como a melhor dos discos brasileiros de todos os tempos.

No ano seguinte, a banda bateu os recordes de público em um show no Maracanãzinho, no Rio da Janeiro. O estádio comportava 30 mil pessoas, mas outras 90 mil ficaram do lado de fora. No fim daquele ano, eles saíram em turnê internacional que, segundo Ney Matogrosso, gerou oportunidades de criar uma carreira sólida fora do país. Pouco antes do fim da formação clássica da banda, em 1974, saiu o segundo disco de estúdio, cujo destaque era a música "Flores Astrais". Este, que não teve título e contou com uma capa preta, já não fez tanto sucesso.

Os três membros então se separaram e seguiram em carreira solo. Já em 1978, João Ricardo, Lili Rodrigues, Wander Taffo, Gel Fernandes e João Ascensão lançaram o terceiro disco do Secos e Molhados. "Que Fim Levaram Todas as Flores?" foi uma das canções mais executada no Brasil naquele ano. Já em 1980, com os irmãos Lempé – César e Roberto -, saiu o quarto disco da banda. Em maio de 1988, o álbum "A Volta do Gato Preto" foi o último da década.

Sozinho, mas com a marca Secos e Molhados, João Ricardo lançou o disco "Teatro?", em 1999. No ano seguinte, saiu o álbum "Memória Velha" composto por músicas gravadas em 1986.

Em 2011, João formou uma dupla com Daniel Iasbeck e lançou o álbum autobiográfico intitulado "Chato-boy".

Texto | UOL
1973 | SECOS & MOLHADOS

01. Sangue Latino
02. O Vira
03. O Patrão Nosso de Cada Dia
04. Amor
05. Primavera Nos Dentes
06. Assim Assado
07. Mulher Barriguda
08. El Rey
09. Rosa de Hiroshima
10. Prece Cósmica
11. Rondo do Capitão
12. As Andorinhas
13. Fala

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1974 | SECOS & MOLHADOS EM INSTRUMENTAL MÓBILE

01. Sangue Latino
02. O Vira
03. Delírio
04. Fala
05. Assim Assado
06. Preto Velho
07. Flores Astrais
08. Rosa de Hiroshima
09. Amor
10. Não Não Digas Nada
11. O Patrão Nosso de Cada Dia
12. Caixinha de Música do João

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1974 | SECOS & MOLHADOS II

01. Tercer Mundo
02. Flores Astrais
03. Não, Não Digas Nada
04. Medo Mulato
05. Oh! Mulher Infiel
06. Vôo
07. Angústia
08. O Hierofante
09. Caixinha de Música Do João
10. O Doce e o Amargo
11. Preto Velho
12. Delírio
13. Toada & Rock & Manbo & Tango & Etc

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1978 | SECOS & MOLHADOS III

01. Que Fim Levaram Todas As Flores?
02. Lindeza
03. De Mim Pra Você
04. Minha Namorada
05. Anônimo Brasileiro
06. Última Lágrima
07. Insatisfação
08. Oh! Canção Vulgar
09. Como Eu,Como Tu
10. Quadro Negro
11. Cobra Coral Indiana

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1980 | SECOS & MOLHADOS IV

01. Quantas Canções É Preciso Cantar
02. Roído de Amor
03. Meu Coração Não Pode Parar
04. Sem As Plumas, Numas
05. Homenzarrão
06. Pão João
07. Muitas Pessoas
08. Você Faz Amor Engraçado
09. Pelos Dois Cantos da Boca
10. Aja
11. Contudo
12. Vira Safado

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1980 | AO VIVO NO MARACANÃZINHO 1974

01. As Andorinhas
02. Rosa de Hiroshima
03. Instrumental
04. Mulher Barriguda
05. Primavera nos Dentes
06. El Rey
07. Toada & Rock & Mambo & Tango etc
08. Fala
09. Assim Assado
10. Instrumental II
11. O Vira

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1988 | A VOLTA DO GATO PRETO

01. Sem Rei Nem Rock
02. Habitante da Guiné
03. Sangue de Barata
04. Eu Amo Dizer Te Amo
05. Aquém-Mar
06. Armadilhas com Vodu
07. Eu Estou Fugindo de Casa
08. Sonho de Valsa: Dancei
09. Estrábico-Democrático
10. Aventurar

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1999 | TEATRO?

01. Tom de Dó
02. Teatro?
03. O Soldado e o Anjo
04. Bola de Berlim
05. Fios de Tempo
06. Zanzibar
07. Sida
08. Puta
09. Rosinha, A Vermelha
10. Smgbl
11. Louca de Pedra
12. Sacaneou Animal
13. Dura Aquilo Que Passar Pelo Tempo Que Durar

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2000 | MEMÓRIA VELHA

01. Os Portugueses Deixam a Língua nos Trópicos
02. Foi Só Amor
03. Tom de Dó
04. Cantilena
05. Romântico Vício de Mel
06. Dura Aquilo que Passar pelo Tempo que Durar
07. Sangue de Barata
08. Sem Rei Nem Rock
09. Eu Amo Dizer Te Amo
10. Aventurar
11. Sonho de Valsa: Dancei

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2009 | SEMPRE

01. Amor
02. O Vira
03. Flores Astrais
04. Sangue Latino
05. Rosa de Hiroshima
06. Fala
07. Não, Não Digas Nada
08. O Patrão Nosso de Cada Dia
09. Assim Assado
10. O Doce e o Amargo
11. El Rey
12. Mulher Barriguda
13. Prece Cósmica
14. Vôo

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2011 | CHATO-BOY

01. Chato-Boy








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domingo, 20 de outubro de 2019

Secos & Molhados | Tributos


Álbum de 2003 em comemoração aos 30 anos do Secos e Molhados.

O disco traz a participação de vários artistas da nova geração reinterpretando todas as faixas do primeiro álbum de 1973 do grupo.

2003 | ASSIM ASSADO
(Tributo ao Secos & Molhados)


01. Nando Reis | Sangue Latino
02. Falamansa e Maskavo | O Vira
03. Toni Garrido | O Patrão Nosso de Cada Dia
04. Ira! | Amor
05. Eduardo Dussek | Primavera nos Dentes
06. Capital Inicial | Assim Assado
07. Pitty | Mulher Barriguda
08. Matanza | El Rey
09. Arnaldo Antunes | Rosa de Hiroshima
10. Raimundos | Prece Cósmica
11. Pato Fu | Rondó do Capitão
12. Marcelinho da Lua | As Andorinhas
13. Ritchie | Fala

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Completando 40 anos, a personalíssima estreia fonográfica dos Secos e Molhados tem mais uma tentativa de modernização de sonoridade com 13 componentes da nova cena roqueira (indie?) brasileira. Em 2003, tal empreitada já havia sido alavancada por nomes, hoje estrelados, como Arnaldo Antunes, Nando Reis, Ira!, Pato Fú e até Falamansa. Na ocasião o saldo foi pífio.

Dez anos depois, o selo RockinPress faz outro mergulho neste repertório com resultados que, se não soam tão rasos, também não empolgam muito. Como todo trabalho sem direção artística – no caso, cada artista fez sua versão livremente, sem conceito musical definido – a irregularidade dá a tônica do álbum. Sejamos justos, o álbum original é tão marcante que, hoje, depois de uma revisão histórica, se configura como uma das melhores estreias musicais brasileiras em todos os tempos. Não é trabalho fácil fugir de símbolos como “O Vira”, “Sangue Latino” e “Assim Assado”. Deixar de lado as comparações então, é impossível.

Mas há bons momentos em “Armazém 73″. A banda sergipana Bicicletas de Atalaia acerta o tom roqueiro de“Mulher Barriguda”. Nevilton vai pelo mesmo caminho acrescentando doses de psicodelia à “Prece Cósmica” e também se sai bem. Mais reverente, Phillip Long, não se arrisca muito e vai no caminho do folk em “O Patrão Nosso de Cada Dia”. Curiosa é a versão feita pelo carioca Thiago El Niño, apontando um surpreendente fraseado rap para “Primavera Nos Dentes”. No meio do caminho ficam, com suas pálidas leituras, A Banda Mais Bonita da Cidade com “Assim Assado” e Leo Fressato com “Rondó do Capitão”. Não dizem muito a que vieram.

Nome muito comentado na cena independente, a baiana Nana erra mão em “Rosa de Hiroshima” ao apostar na eletrônica, overdubs e afins que soterram a melodia de Gerson Conrad e um fiapo de voz que fazem banais os belos versos de Vinicius de Moraes. Também errática, abrindo o cd, é a versão do maior sucesso dos Secos e Molhados, ”Sangue Latino”, por Mahmundi.

2013 | ARMAZÉM 73
(Tributo ao Secos & Molhados)


01. Mahmundi | Sangue Latino
02. Rafael Castro | O Vira
03. Phillip Long | O Patrão Nosso de Cada Dia
04. Lucas Vasconcellos | Amor
05. Thiago Elniño | Primavera nos Dentes
06. A Banda Mais Bonita da Cidade | Assim Assado
07. Bicicletas de Atalaia | Mulher Barriguda
08. Phill Veras | El Rey
09. Nana | Rosa de Hiroshima
10. Nevilton | Prece Cósmica
11. Leo Fressato | Rondó do Capitão
12. Ana Larousse | As Andorinhas
13. Maglore | Fala
14. Daniel Peixoto | O Vira

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A gravadora Deck lançou, em formato digital, o álbum Primavera nos Dentes. O trabalho conta com releituras de 11 das 26 canções lançadas pelo Secos & Molhados durante a fase inicial do grupo (1973 a 1974).

A Secos & Molhados surgiu, durante os anos 70, influenciada pela explosão da Tropicália. A partir da iniciativa do guitarrista João Ricardo, os demais membros da formação inicial foram recrutados para participar. A escolha de Ney Matogrosso como vocalista se encaixava nos planos originais de João, que queria um vocalista com um timbre mais feminino. O grupo ganhou o status de um dos mais importantes da música brasileira dos anos 70.

O Primavera nos Dentes começou através do baterista e pesquisador (e também ex-Titãs) Charles Gavin. Ele se juntou a mais alguns nomes de peso para dar vida ao álbum: Pedro Coelho (que participou da peça “Cássia Eller – O Musical“) no baixo, Paulo Rafael (que já tocou com Alceu Valença) na guitarra e Felipe Ventura (da banda Baleia) mesclando violino e guitarra. Os vocais principais ficaram por responsabilidade da cantora Duda Brack.

O grupo já está junto tem um tempo, mas a produção do álbum surgiu a partir de um convite do produtor musical Rafael Ramos (Pitty, Los Hermanos, Cachorro Grande). O nome do projeto veio do título da quinta faixa do lado A do álbum de estreia Secos & Molhados, lançado em 73.

Mesmo passados 40 anos, as canções continuam atuais

Mas não são apenas meras releituras. Com arranjos que deram às músicas uma nova roupagem, o projeto mostra a atemporalidade presente nas letras do grupo. Novas linguagens musicais foram adicionadas às canções originais.

O resultado final acaba por misturar diversos estilos. Tem MPB, rock tradicional, indie, psicodelia, música nordestina e ainda influências da cultura musical de outros países, mostrando as faces musicais de cada membro do projeto.

Charles Gavin conta que:

"A sonoridade e os arranjos se distanciaram bastante dos originais, diria que cada versão que fizemos tem a assinatura de cada um de nós. Também foi surpreendente constatar o fato de que a poesia das letras permanece extremamente atual e assertiva após décadas, deliciosamente doce e ácida, ingênua e politizada ao mesmo tempo, conectando-se com pessoas de qualquer geração e qualquer lugar."

2017 | PRIMAVERA NOS DENTES

01. Delírio
02. Angústia
03. Primavera nos Dentes
04. O Patrão Nosso de Cada Dia
05. Vira
06. O Doce e O Amargo
07. Hierofante
08. Rosa de Hiroshima
09. Tercer Mundo
10. Fala
11. Sangue Latino

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terça-feira, 15 de outubro de 2019

John Killigrew


Pouco se sabe a respeito de John Killigrew, mas o que não deixa dúvida é a sua incrível capacidade de criar belas melodias e letras comovedoras. Killigrew foi o único álbum de sua carreira, foi produzido por Pete Dello, e conta como banda de apoio, membros do Honeybus e o grande guitarrista Billy Brem.

O disco foi lançado em 1971 pelo selo Penny Farthing.

Texto retirado de | Folk'n Blues

1971 | KILLIGREW

01. Just A Line
02. Brand New World
03. Nothing's Impossible
04. Hold On Baby
05. Yesterday And You
06. Roverman
07. John Dupree
08. Got Your Number
09. You Don't Know What You've Got
10. Hey Mocking Bird
11. Do I Love You
12. Just The Way You Are

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