Black Mountain


O Black Mountain é uma banda canadense liderada por Stephen McBean e que tem no seu som elementos do folk rock e do stoner rock. O grupo faz uma espécie de revival do rock psicodélico dos anos 60/70 com pitadas de modernidade, sob influências de artistas como Neil Young, Led Zeppelin, The Doors, Jimi Hendrix, Pink Floyd, The Velvet Underground e Black Sabbath.

Além de Stephen McBean (vocais/guitarra), Amber Webber (vocais), Matt Camirand (baixo), Jeremy Schmidt (teclados) e Joshua Wells (bateria) integram o grupo.

2005 | BLACK MOUNTAIN

01. Modern Music
02. Don't Run Our Hearts Around
03. Druganaut
04. No Satisfaction
05. Set Us Free
06. No Hits
07. Heart Of Snow
08. Faulty Times

DOWNLOAD

2008 | IN THE FUTURE

01. Stormy High
02. Angels
03. Tyrants
04. Wucan
05. Stay Free
06. Queens Will Play
07. Evil Ways
08. Wild Wind
09. Bright Lights
10. Night Walks

DOWNLOAD

2010 | WILDERNESS HEART

01. The Hair Song
02. Old Fangs
03. Radiant Hearts
04. Rollercoaster
05. Let Spirits Ride
06. Buried By The Blues
07. The Way To Gone
08. Wilderness Heart
09. The Space Of Your Mind
10. Sadie

DOWNLOAD

2012 | YEAR ZERO
The Original Soundtrack


01. Phosphorescent Waves
02. Bright Lights
03. Mary Lou
04. Embrace Euphoria
05. Tyrants
06. Modern Music
07. In Sequence
08. Wilderness Heart
09. Breathe

DOWNLOAD

2016 | IV

01. Mothers Of The Sun
02. Florian Saucer Attack
03. Defector
04. You Can Dream
05. Constellations
06. Line Them All Up
07. Cemetery Breeding
08. (Over And Over) The Chain
09. Crucify Me
10. Space To Bakersfield

DOWNLOAD

Steely Dan


Eles detestam os palcos, as entrevistas e os fotógrafos. Amam Jazz, literatura Beat, perfeccionismo e sexo.

O nome foi afanado dos dildos de borracha que povoavam o livro The Naked Lunch (Almoço Nu, aqui. no Brasil), de William Burroughs. E a ideia inicial era fazer um Pop simples, que se tornaria sofisticado com o passar dos anos.

Dito e feito: quando em meados de 72 iniciaram as gravações de Can't Buy A Thrill, já possuíam um grau de sofisticação pouco comum aos grupos de caráter Pop da época - como The Grass Roots e Three Dog Night, além de já terem tocado em várias bandas e composto para muita gente.

O Steely Dan - que voltou após um hiato de treze anos - é uma verdadeira instituição musical. Os donos do império são Donald Fagen (teclados/vocais) e Walter Becker (guitarra/baixo/vocais ocasionais), dois caras excêntricos que recrutaram caros e respeitados músicos de estúdio para o grupo.

Numa discografia composta somente por quinze singles e sete álbuns, eles conseguiram vender mais de 50 milhões de discos e Can't Buy A Thrill não foi apenas.o pontapé inicial deste sucesso, como também a obra que veio a definir a concepção musical do duo.

Ou seja, a subversão de incorporar harmonias jazzísticas a tessituras Pop, adicionando pitadas de som latino, ecos de Soul Music e sombras de Traffic e de The Band. Assim, geraram uma técnica muito específica de tornar viável o que poderia ser insólito.

A arte da transfiguração comandada por Becker e Fagen contou com a ajuda preciosa das guitarras de Jeff Baxter (ex-The Fugs, ex-The Ultimate Spinach) e de Denny Dias (que mesclava Santana com Bebop), mais a precisão rítmica da bateria de Jim Hodder (ex-The Bead Game) - que emprestou seus vocais a uma das canções, "Midnight Cruiser", um tributo ao jazzista Thelonious Monk.

Neste álbum apareciam alguns dos maiores hits do Steely Dan: canções como "Do It Again", "Reelin' In The Years" e "Dirty Work" (onde os vocais principais ficaram com o tecladista David Palmer, pois Fagen morria de medo de ser um cantor). Quanto às letras deles, eram imagéticas e bizarras - Becker explicou, na época, que "elas evocavam sensações esquecidas". Que tal então despertar arrepios dos anos 70 ao reouvir Can't Buy A Thrill - e também todos os seus geniais sucessores que foram lançados pelo Steely Dan?

Texto |
Fernando Naporano
Discoteca básica da Bizz | Edição 111, Outubro de 1994

1972 | CAN'T BUY A THRILL

01. Do It Again
02. Dirty Work
03. Kings
04. Midnight Cruiser
05. Only a Fool Would Say That
06. Reelin' in the Years
07. Fire in the Hole
08. Brooklyn (Owes the Charmer Under Me)
09. Change of the Guard
10. Turn That Heartbeat Over Again

DOWNLOAD

Latin Ska Jazz


2000 | LATIN SKA JAZZ
(Tributo A La Essencia de Un Estilo)


Els Penjats |- Amstrumental
Skalariak | Klub Ska
La Wassah Band | The Preacher
Amusic Skazz Band | Tango Para Marcello
Dr. Calypso | Cineccitá
The Starlites | Naranja
Mr. Fly | Christine Keeler
TTAK!/Ttaki | Oroitzen
Alpha Boys School | Blue Whale
The Bishops | Rude Boy
Malarians | Talkin' Dirty
La Thorpe Brass | A Second After Postmodernity
La Jeta Band | Jah Save Mr. Nice
Moonrakers | Huracán
Skamot Roig | El Padrino
Skaks | A Night In Tunisia
Dr. Cotomodongo | Nuages
Los Psico Rude Boys | La Primera Vez

DOWNLOAD

Arrigo Barnabé


Arrigo Barnabé (Londrina, 14 de setembro de 1951) é um músico e ator brasileiro. Seu reconhecimento para o grande público veio logo com o primeiro disco, Clara Crocodilo, em 1980, quando foi recebido pela imprensa como a maior novidade na música brasileira desde a Tropicália. Em suas composições, Arrigo mistura elementos e procedimentos da música erudita do século XX a letras ferinas sobre a vida na grande cidade. É comum a utilização de séries dodecafônicas, aliada a uma prosódia muito próxima da fala urbana de seu tempo.

A música de Arrigo Barnabé e sua banda Sabor de Veneno está muito ligada a outros artistas, como Itamar Assumpção (e a banda Isca de Polícia), e grupos, como Rumo, Premeditando o Breque e Língua de Trapo. Esses artistas e grupos estavam inseridos num contexto que acabou conhecido como Vanguarda Paulista.

Além das canções do disco Clara Crocodilo, outras músicas, como "Uga Uga" - hit dos anos 80 com participação de Eliete Negreiros e Vânia Bastos nos vocais - foram sucessos prestigiados.

O compositor escreveu várias composições para trilhas sonoras de filmes brasileiros e a faixa-título de seu álbum Tubarões Voadores é baseada em uma história em quadrinhos de Luiz Gê.

Atualmente apresenta um programa de rádio na Rádio Cultura de São Paulo: o Supertônica.

Texto | Wikipédia

1980 | CLARA CROCODILO

01. Acapulco Drive-In
02. Orgasmo Total
03. Diversões Eletrônicas
04. Instante
05. Sabor de Veneno
06. Infortúnio
07. Office-Boy
08. Clara Crocodilo

DOWNLOAD

1984 | TUBARÕES VOADORES

01. Tubarões Voadores
02. Crotalus Terríficus
03. Mística
04. Neide Manicure Pedicure
05. Canção Do Astronauta Perdido
06. Kid Supérfluo, O Consumidor Implacável
07. Papai Não Gostou
08. Lenda
09. A Europa Curvous-Se Ante O Brasil
10. Mirante

DOWNLOAD

The Fraternity Of Man


Banda americana formada em Los Angeles, California, em 1967, quando Elliot Ingber (guitarra, ex-Mothers Of Invention) uniu-se a três da banda Factory: Warren Klein (guitarra e cítara), Martin Kibbee (baixo) e Richie Hayward e Lawrence "Stash" Wagner (vocal principal e guitarra) completou o lineup que gravou o álbum "The Fraternity Of Man", que abrangia desde o melodioso flower power ("Wispy Paisley Skies") até a retórica política ("Just Doin' Our Job").

O disco também apresentou uma versão de "Oh No I Don't Believe It", de Frank Zappa, mas é mais lembrado por "Dont' Bogart Me", hino dos doidões, posteriormente imortalizado no filme "Easy Rider".

O álbum bluseiro "Get It On!" carecia do charme do seu predecessor, embora tivesse as participações do pianista Bill Payne e do guitarrista Lowell George (ex-membro da Factory), futuros integrantes, juntamente com Hayward, da Little Feat. Ingber também envolveu-se com a Little Feat, na sua fase embrionária, mas optou pelo grupo de Captain Beefheart, que o apelidou de Winged Fingerling Eel.

Nos anos seguintes, Ingber pertenceu à Grandmothers, grupo derivado da Mothers Of Invention.

Muito tempo depois, Ingber e Wagner reuniram-se brevemente, usando o nome Fraternity Of Man, para gravar o atroz EP "X", de 1995.

Texto retirado do blog | Discófilos Anônimos

1968 | THE FRATERNITY OF MAN

01. In The Morning
02. Plastic Rat
03. Don't Bogart Me
04. Stop Me, Citate Me
05. Bikini Baby
06. Oh No I Don't Believe It
07. Wispy Paisley Skies
08. Field Day
09. Just Doin' Our Job
10. Blue Guitar
11. Last Call For Alcohol
12. Candy Striped Lion's Tails

DOWNLOAD

1969 | GET IT ON!

01. Boo Man
02. Don't Start Me Talkin'
03. Pool Of Tears
04. The Throbber
05. Cat's Squirrel
06. Too High To Eat
07. Forget Her
08. Coco Lollipop
09. Trick Bag
10. Mellow Token

DOWNLOAD

Metrô


Anos 80, os cultuados anos 80.

Ainda hoje arrematam uma infinidade de seguidores em uma série, sem fim, de eventos focados para este período criativo, importante e por vezes bem humorado do nosso cenário rock nacional.

Algumas bandas seguem na ativa, mudaram o estilo, flertaram com as tendências que o mercado veio a impor no decorrer dos anos, para que pudessem assim se manter dentro do mercado fonográfico. Algumas outras ficaram eternizadas por um, no máximo, dois hits e que em sua maioria das vezes quem ouve desconhece o nome do artista ou banda, mas curtem o som e ainda hoje são sucesso garantidos nas pistas de dança.

Há uma banda em especial que na minha opinião teve início, sucesso estrondoso, uma série de hits e que acabou em meio ao período em que o rock oitentista seguia gerando frutos bons e ganhando mais e mais adeptos. Tudo que pude ler até hoje, não me levou a uma ideia de um final feliz e previamente combinado, mas talvez tenha sido bom, de alguma maneira, pois hoje eu vejo a banda "Metrô" como a grande ícone, fiel, a esse período de ouro.

Conforme já dito, muitos seguiram, alcançando, ou não, sucesso por meio de variações da fórmula simples e eficaz que tornou o gênero único. Com a "Metrô" foi diferente, ficou aquele gosto de "o que poderia ter vindo pela frente", ao mesmo tempo que todo fã que se preza, não deixa de ouvir esse álbum que citarei nessa postagem e podem dizer sem medo:

- Isso é o puro rock oitentista.

Nem sempre a banda atendeu por "Metrô". O nome inicial era "A Gota Suspensa", formada por amigos do colégio franco-brasileiro "Lycée Pasteur", localizado no estado de São Paulo. Lançaram um álbum, bem visto pela crítica, mas não ainda aclamado. A sonoridade antes muito progressiva foi ganhando outras formas, até chegar ao som que ganhou o público e ao nome que conhecemos, "Metrô".

Logo de cara, "Metrô" emplacou a inesquecível "Beat acelerado", mesmo que seja apenas o refrão, acho que todos um dia já ouviram na vida. Grandioso sucesso, isso por conta da competência de seus instrumentistas, uma boa produção, mas a "cereja do bolo" era sem duvidas a belíssima vocalista, que atende por Virginie e arrabatou corações, sendo vista como a mulher mais bela daquele período, uma musa.

Virginie está para a "Metrô", assim como Rita Lee esteve para "Os Mutantes", simples assim! Charme, carisma, beleza, talento; fórmulas que tornaram, sem dúvidas, a banda diferenciada e tão autêntica.

O som da banda, ao meu ver, tem um pouco de tudo que era bacana lá fora, em especial naquele período. The B-52s, Blondie, Human League, The Mo, Duran Duran; mas sem esse papo de plágio, já que por meio de tantas influências, conseguiram criar um estilo próprio e esse é o grande barato.

Tudo que se fazia, tinha um pé, ou talvez os dois, na New Wave ou New Romantic, que era a maior tendência e marca registrada de grandes bandas, em especial as internacionais, que fizeram sucesso na década de 80.

Em mais um momento, comparo Virginie à Rita Lee. Uma infinidade de histórias giram em torno do fim da icônica banda dos irmãos Baptista (Arnaldo e Sérgio) e de Rita, pois o que se sabe, de fato, é que os irmãos optaram por enveredar por outros caminhos, encantados com o som de bandas como Yes, Genesis e outras que faziam um rock extremamente progressivo, onde assim Rita perdeu espaço e até dizem que foi literalmente "convidada" a se retirar por não se encaixar no perfil de som idealizado naquele momento pelos instrumentistas. Ao que parece, com Virginie não foi muito diferente, e mesmo após o sucesso do álbum "Olhar" que emplacou vários hits, inclusive "Ti ti ti", composição de Rita Lee e Roberto de Carvalho, que serviu como tema de abertura para a novela global de mesmo nome da canção.

Há quem use a velha frase "em time que está ganhando não se mexe", mas a rapaziada da "Metrô" resolveu mexer e isso implicou na saída da bela moça de voz doce. Era o fim da era Virginie.

A banda tentou seguir adiante, com um vocalista, mas sem o sucesso esperado, enquanto Virginie seguiu com outro projeto, batizado de "Virginie & Fruto Proibido", que teve a canção "Más Companhias" na trilha de outra novela global, "Fera Ferida".

Texto retirado do blog | Vire o Vinil

1985 | OLHAR

01. Olhar
02. Cenas Obscenas
03. Johnny Love
04. Sândalo de Dândi
05. Melodix
06. Beat Acelerado (Versão II)
07. Tudo Pode Mudar
08. Hawaii-Bombay
09. Solução
10. Stabilo
11. Que Loucura!
12. Ti Ti Ti

DOWNLOAD

A Gota Suspensa


Pouco antes do estouro pop/new wave do Metrô, havia A Gota Suspensa, que trazia na sua formação os mesmos cinco integrantes de um dos maiores nomes do pop rock nacional dos anos 80.

Seu único disco se tornou esquecido rapidamente. Em menos de um ano a banda enveredaria definitivamente na "nova onda" do rock brasileiro, aqui ainda transitavam na ponte imaginária que ligava resquícios de rock progressivo à new wave sombria da capital paulista.

Enquanto temas instrumentais dialogavam com o rock progressivo, "High society", "Voyage" e "Lotus", canções com a voz de Virginie adicionavam new wave ao cantar sobre amores urbanos, como em "Convite ao amor". A versão demo desta canção trazia outro título, "Pelas ruas do centro", que também era a frase do refrão depois substituído por uma frase em francês, idioma pátrio de Virginie. O francês garante letra também na progressiva "Pourquoi?".

A instrumental "Voyage" aproxima A Gota Suspensa dos nomes contemporâneos da Vanguarda Paulistana. "As aventuras do Homem Arame" é new wave até a medula, conta a história bobinha de aventura e amor em quadrinhos entre do personagem título com a Mulher Jujuba. Uma das melhores do disco.

O álbum lançado pelo desconhecido selo Underground Discos e Artes mostra uma banda que estava pronta para alçar vôos maiores, eram pop mesmo divididos entre a new wave e o rock progressivo. Seu único disco hoje é objeto admirado entre pesquisadores de rock progressivo brasileiro, mas não se trata de um disco de rock deste estilo. No ano seguinte ao lançamento A Gota Suspensa deu origem ao Metrô e no ano seguinte saia "Olhar", repleto de hits.

Texto retirado do blog | Disco Furado

1984 | A GOTA SUSPENSA

01. High Society
02. Convite ao Amor
03. Pourquoi
04. As Aventuras do Homem Arame
05. Voyage
06. A Gota
07. Sonho
08. Apocalipse
09. Lotus

DOWNLOAD

Menahan Street Band


Menahan Street Band é um grupo de funk e soul instrumental do Brooklyn, Nova Iorque. Fundado em 2007 por Thomas, enquanto morava em um apartamento na Menahan St. no Brooklyn, a MSB reúne (ou reuniu) músicos de outras bandas, como Antibalas, El Michels Affair, Sharon Jones & the Dap-Kings e da Budos Band.

Seu primeiro álbum, "Make the Road by Walking", foi lançado em 2008 pela Dunhan, um subselo da Daptone Records. Em 2012, foi lançado "The Crossing"

Texto | Wikipédia

2008 | MAKE THE ROAD BY WALKING

01. Make The Road By Walking
02. Tired of Fighting
03. Home Again
04. Montego Sunset
05. Karina
06. The Traitor
07. The Contender
08. Birds
09. Esma
10. Going The Distance
11. Heartbeat
12. Eyes on the Prize

DOWNLOAD

2012 | THE CROSSING

01. The Crossing
02. Lights Out
03. Keep Coming Back
04. Three Faces
05. Sleight of Hand
06. Everyday A Dream
07. Seven Is The Wind
08. Bullet for the Bagman
09. Driftwood
10. Ivory and Blue
11. Ivory and Blue Reprise

DOWNLOAD

I Feel The Earth Move | From Jazz To Soul’n’Funk To Blaxploitation


2000 | I FEEL THE EARTH MOVE
(From Jazz To Soul 'n' Funk To Blaxploitation)


01. Leon Spencer | Message From The Meters
02. Jack McDuff & George Benson | Hot Barbecue
03. Boogaloo Joe Jones | I Feel The Earth Move
04. Isaac Hayes | Cafe Regio's
05. Gene Ammons | Jungle Strut
06. Charles Earland | Incense Of Essence
07. Kenny Burrell | Nanã
08. Cannonball Adderley | Walk Tall
09. Ron Holloway & Gil Scott-Heron | Is That Jazz?
10. Funk, Inc. | Memphis Underground
11. Gary Bartz | Dr. Follow's Dance
12. The Blackbyrds | Spaced Out
13. Johnny Hammond | Shifting Gears
14. Pleasure | No Matter What

DOWNLOAD

Cachorro Grande


Cachorro Grande é uma banda brasileira de rock and roll formada em 1999, na cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Seus integrantes são Beto Bruno (vocal), Marcelo Gross (guitarra), Rodolfo Krieger (baixo), Pedro Pelotas (teclado) e Gabriel Azambuja (bateria). A primeira formação contava ainda com Jerônimo Lima "Bocudo" no baixo, que saiu para dar lugar a Krieger, após o lançamento do álbum Pista Livre e da gravação do Acústico MTV: Bandas Gaúchas, em 2005. A banda tem seis álbuns de estúdio lançados e um DVD ao vivo.

Beto Bruno, o vocalista, era dos Malvados Azuis, bem como o ex-baixista Jerônimo Bocudo, que hoje toca nos Locomotores. Rodolfo Krieger, baixista atual, já foi vocalista dos Gabardines e guitarrista e vocalista da banda Os Efervescentes. Marcelo Gross já tocou bateria na banda de Júpiter Maçã e n'Os Hipnóticos. Gabriel Azambuja e Pedro Pelotas fazem parte da sua primeira banda.

O nome Cachorro Grande foi sugerido por Beto Bruno. Logo depois, contou com o aval de Marcelo Gross e do restante da banda. A origem veio do fato que, no início da banda, ainda sem músicas próprias, fazia parte do repertório do grupo covers de bandas como The Rolling Stones, The Beatles e The Who. Para escolher quais canções tocar, era uma "briga de cachorro grande", expressão usada no Rio Grande do Sul para se referir a algo muito complicado. Então, o nome da banda ficou Cachorro Grande.

Em 2001 é produzido o primeiro álbum de estúdio da banda, homônimo, Cachorro Grande, que teve pouca divulgação. Lançado por uma gravadora pequena, não alcançou o grande público, mas levou-os a tocar em diversos festivais de bandas independentes ampliando assim a sua base de fãs. Ainda assim o disco contém canções que mais tarde se tornaram conhecidas como "Lunático", "Sexperienced" e "Debaixo do Chapéu".

Em 2004 lançam o seu segundo disco, As Próximas Horas Serão Muito Boas. Rejeitado anteriormente por outra gravadora sob pretexto de ser "não comercial", o projeto só foi em frente graças ao músico Lobão, que lançou o disco em sua revista OutraCoisa. A consequência foi uma maior distribuição, garantindo à banda maior visibilidade. O crescente sucesso a partir das músicas "Hey Amigo" e "Que Loucura!" despertou o interesse da gravadora Deckdisc, que assinou contrato com a banda.

Em 2005, é lançado o álbum Pista Livre, produzido por Rafael Ramos e masterizado no lendário estúdio Abbey Road, em Londres (o mesmo utilizado pelos Beatles), foi o disco que mais alcançou repercussão entre o público. Com maior refinamento técnico, o disco conta com músicas que receberam bastante destaque nas emissoras de rádio do Brasil, tais como: "Você Não Sabe o que Perdeu", "Sinceramente" e "Bom Brasileiro".

A banda permaneceu com sua formação original por cinco anos, até a saída do baixista Jerônimo Lima, o "Bocudo" em 2005, logo após a gravação do Acústico MTV: Bandas Gaúchas. Bocudo formou com outros músicos a banda Locomotores, e em seu lugar entrou Rodolfo Krieger, que até então era vocalista e guitarrista da banda Os Efervescentes.

Em maio de 2007, a banda lança o quarto álbum de estúdio, Todos os Tempos, com produção de Rafael Ramos. São doze canções e o primeiro single foi "Você me Faz Continuar", com inspirações na banda escocesa Primal Scream e nos Rolling Stones; o segundo foi "Roda-gigante", como conta o Beto Bruno em entrevista: "Foi para fazer esse tipo de som que eu quis ser músico"; e o terceiro e último single foi "Conflitos Existenciais". O disco conta com a particularidade de ter músicas compostas também pelo baterista Gabriel Azambuja, o tecladista Pedro Pelotas e o baixista Rodolfo Krieger.

Na segunda quinzena de junho de 2009, foi lançado o álbum Cinema. O disco foi gravado em rolo analógico de duas polegadas. Foi o primeiro disco da banda a ser lançado em vinil de alta fidelidade em edição especial.

Após a turnê do álbum Cinema, a banda iniciou as gravações do novo disco, Baixo Augusta , no dia 11 de abril de 2011, pela gravadora Trama, com produção própria. Grande parte das sessões de estúdio foram transmitidas ao vivo pela TV Trama . Na época, também foi anunciado o álbum solo de Marcelo Gross.

O álbum foi lançado em lançado em dezembro de 2011 no formato digital e em fevereiro de 2012 no formato físico.

No dia 25 de março de 2011, a banda participou de um evento organizado pela MTV Brasil no Circo Voador, templo do rock nacional, localizado no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro ao lado das bandas Sabonetes, Martin e Eduardo (projeto formado por Martin Mendonça e Duda Machado, guitarrista e baterista da Pitty respectivamente), Joe e a Gerência (liderado por Joe, baixista da Pitty), Pública e Vivendo do Ócio.

Inicialmente, o registro era apenas pessoal, mas após o lançamento do álbum Baixo Augusta, a banda decidiu lançar o show em DVD. Dois anos depois, o álbum chega as lojas pela produtora Conteúdo Musical em parceria com o selo Midas Music, de propriedade do produtor e empresário Rick Bonadio, com distribuição da Universal Music.

O show conta com 15 faixas, extras e a regravação de Sympathy for the Devil, clássico dos Rolling Stones, com participação especial do cantor Lobão.

No início de 2014 a banda entrou em estúdio com o produtor Edu K, da banda DeFalla , visando novas direções musicais. O disco foi nomeado "Costa do Marfim", uma homenagem ao estúdio no qual foi gravado.

O novo álbum será patrocinado e lançado pela grife Cavalera.

Em 2 de março de 2016, a banda abriu o show dos Rolling Stones pela América Latina Olé Tour 2016, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Segundo o vocalista Beto Bruno, foi o show mais importante da vida de cada um dos integrantes.

Texto | Wikipédia

2001 | CACHORRO GRANDE

01. Lunático
02. Sexperienced
03. Debaixo do Chapéu
04. Lili
05. Pedro Balão
06. Fantasmas
07. Cleptomaníaca de Corações
08. Sintonizado
09. Dia Perfeito
10. Vai T.Q. Dá
11. O Tempo Está do Meu Lado
12. O Dia de Amanhã
14. (Os Doces Exóticos de) Charlotte Grapewine

DOWNLOAD

2004 | AS PRÓXIMAS HORAS SERÃO MUITO BOAS

01. As Coisas Que Eu Quero lhe Falar
02. Hey, Amigo
03. Você Pode Até Pegar
04. Tudo Por Você
05. Olhar Pra Frente
06. Agoniada
07. Me Perdi
08. As Próximas Horas Serão Muito Boas
09. Você Não Sabe Nada
10. Enquanto O Trem Que Espero Não Vem
11. Sem Problemas
12. Que Loucura
13. O Truque do Ovo
14. Insatisfeito

DOWNLOAD

2005 | PISTA LIVRE

01. Você Não Sabe o que Perdeu
02. Agora Eu Tô Bem Louco
03. Desentoa
04. Bom Brasileiro
05. Longa-metragem
06. Interligado
07. Eu Pensei
08. Novo Super-Herói
09. Super Amigo
10. Sinceramente
11. Situação Dramática
12. Velha Amiga

DOWNLOAD

2007 | TODOS OS TEMPOS

01. Você Me Faz Continuar
02. Conflitos Existenciais
03. Roda-Gigante
04. Sandro
05. Deixa Fudê
06. Na Sua Solidão
07. Hoje Meus Domingos Não São Mais Depressivos
08. Nunca Vai Mudar
09. Quando Amanhecer
10. O Que Você Tem
11. Nada Pra Fazer
12. O Certo e o Errado

DOWNLOAD

2009 | CINEMA

01. O Tempo Parou / Sabor A Mi
02. Dance Agora
03. Amanhã
04. Por Onde Vou
05. A Alegria Voltou
06. A Hora do Brasil
07. Diga O Que Você Quer Escutar
08. Ela Disse
09. Ninguém Mais Lembra De Você
10. Luz
11. Eileen
12. Pessoas Vazias

DOWNLOAD

2011 | BAIXO AUGUSTA

01. Não Entendo, Não Aguento
02. Difícil De Segurar
03. Tudo Vai Mudar
04. Baixo Augusta
05. Só Você Que Não
06. Corda Bamba
07. Volta Pro Mesmo Lugar
08. O Fantasma Do Natal Passado
09. Surreal
10. Cinema
11. Mundo Diferente

DOWNLOAD

2014 | COSTA DO MARFIM

01. Costa do Marfim
02. Nós Vamos Fazer Você Se Ligar
03. Nuvens de Fumaça
04. Eu Não Vou Mudar
05. Crispian Mills
06. Use o Assento para Flutuar
07. Como Era Bom
08. Eu Quis Jogar
09. Torpor partes 2 & 5
10. O Que Vai Ser
11. Fizinhur

DOWNLOAD

2016 | ELECTROMOD

01. Costa do Marfim
02. Nós Vamos Fazer Você Se Ligar
03. Nuvens de Fumaça
04. Eu Não Vou Mudar
05. Crispian Mills
06. Use o Assento para Flutuar
07. Como Era Bom
08. Eu Quis Jogar
09. Torpor partes 2 & 5
10. O Que Vai Ser
11. Fizinhur

DOWNLOAD

Secos & Molhados


Em plena ditadura militar, João Ricardo, Ney Matogrosso e Gerson Conrad deram novo ânimo e mudaram o curso das coisas da música brasileira.

Ainda sem o nome Secos & Molhados, João Ricardo já tocava e apresentava algumas canções em bares, mas faltava uma voz para interpretá-las. Então, graças a uma amiga em comum, João foi apresentado a Ney Matogrosso, dono de uma das vozes mais marcantes do Brasil em todos os tempos. Junto com Gerson Conrad, o trio deu nome ao grupo, e isso foi uma forma de tentar abranger ao máximo seu público.

Era impossível não prestar atenção neles. Com suas letras, sua maquiagem e na maneira como seu vocalista mexia-se no palco, rebolando e cantando, algo impensado naqueles tempos em que Emílio Garrastazu Médici era o presidente do Brasil durante a ditadura militar, período mais sombrio da história do Brasil. Isso fez que eles ganhassem cada vez mais atenção durante os shows – não apenas no vocalista, mas nas músicas.

Durante uma apresentação, o trio chamou a atenção do empresário Moracy do Val, que logo comaçou a agenciá-los e conseguiu, após insistir muito, um contrato com a Continental, grande gravadora do mercado e principal concorrente de empresas estrangeiras, como a Warner, para captar artistas em seu selo no início
dos anos 1970.

Como aposta da gravadora, o Secos & Molhados não recebeu grande verba para gravar o álbum, já que a Continental apostava no convencional, vamos colocar assim, não em um trio que misturava cantigas brasileiras com psicodelia e folk. Com João Ricardo na direção musical, Moracy também assumiu a responsabilidade de ser o produtor do disco. Em 15 dias, usando um gravador de quatro canais, o LP estava feito e levaria o nome da banda.

O Secos & Molhados tinha o que havia de melhor naquela época: músicos inspirados e canções do folclore brasileiro e português, algo bem interessante, mas que, no fundo, era pop e nascido para transcender limites no período pós-Jovem Guarda – um ano antes, os Novos Baianos lançaram Acabou Chorare, primeiro grande álbum brasileiro dos anos 1970.


Obviamente, é impossível não atestar a influência do Tropicalismo no trabalho e no trio. Se havia a vontade de transgredir nos anos 1960, e isso foi conseguido, os anos 1970 foram importantes para consolidar certas ideologias do movimento liderado por Caetano Veloso, Gilberto Gil, Mutantes e amigos.

Uma coisa ajudou bastante nas vendas de Secos & Molhados: uma aparição na primeira edição do Fantástico, revista eletrônica semanal da TV Globo. Diferente dos dias atuais, o programa tinha enorme relevância nacional e contribuía, e muito, no lançamento de vídeos de artistas. Era a explosão necessária para contribuir com o sucesso de um grupo diferente de tudo que tocava nas rádios e programas de TV naqueles tempos.

Ninguém confiava no sucesso do grupo. Por isso, apenas 1.500 cópias do trabalho foram colocadas à venda pela Continental, mas bastou uma aparição no Fantástico para uma mudança de cenário. Essa primeira prensagem não deu nem para o gasto, forçando o derretimento de LPs encalhados para uma segunda leva de Secos & Molhados. Foram vendidos 300 mil álbuns em dois meses, rapidamente transformados em um milhão no final de 1973. As vendas eram tão absurdas que até o reinado de Roberto Carlos, cantor que mais vendia à época, estava ameaçado.

Mais conhecidas, “O Vira” e “Sangue Latino” tocavam quase sem parar nas rádios. Mas não apenas as duas. Durante o dia, facilmente você conseguia ouvir o LP inteiro, e isso colaborou para colocar o Secos & Molhados na trilha do sucesso e lotando turnês não só no Brasil, mas por toda América Latina.

A capa foi produzida e fotografada por Antônio Carlos Rodrigues, fotógrafo do jornal carioca ‘Última Hora’ e mostra a banda, mais o baterista Marcelo Frias – único não maquiado –, com as cabeças em uma mesa. A seção de fotos foi marcante, pois eles demoraram uma madrugada inteira para fazer tudo. E dias depois, Farias abandonou o grupo.

Texto | Fagner Morais

1973 | SECOS & MOLHADOS

01. Sangue Latino
02. O Vira
03. O Patrão Nosso de Cada Dia
04. Amor
05. Primavera nos Dentes
06. Assim Assado
07. Mulher Barriguda
08. El Rey
09. Rosa de Hiroshima
10. Prece Cósmica
11. Rondo do Capitão
12. As Andorinhas
13. Fala

DOWNLOAD

Alceu Valença & Geraldo Azevedo


Alceu Valença, Geraldo Azevedo e a psicodelia do disco Quadrafônico
De como Rogério Duprat foi parar no disco de estreia da dupla pernambucana que revelou grandes compositores da música brasileira


Fiquei em dúvida se começava a contar essa história pela parte em que os arranjos do disco “Alceu Valença & Geraldo Azevedo” (1972) seriam inicialmente feitos por Hermeto Pascoal mas foram parar nas mãos de Rogério Duprat, um dos criadores do Tropicalismo. Ou que nas gravações foi utilizado o sistema Quadrafônico, uma novidade à época. Ou também que o orçamento da produção era tão pequeno que Alceu e Geraldo foram mandados pela gravadora Copacabana a São Paulo gravar e se hospedaram no apartamento de Cesare Bienvenuti, produtor do disco. Ou ainda que as poucas horas de gravação destinadas ao LP aconteciam de madrugada, quando o estúdio estava desocupado.

Seriam formas interessantes se pensarmos nas curiosidades por trás de uma produção, mas elas não dariam a real dimensão deste clássico ainda hoje desconhecido do grande público que foi a inspirada estreia da dupla no disco “Alceu Valença & Geraldo Azevedo”.

Está contida nesta pequena joia que tem apenas 34:02 minutos de duração a gênese do frutífero trabalho como grandes compositores que Alceu e Geraldo desenvolviam individualmente já naquele começo de anos 70. Fosse isto pouco, considere que não se trata apenas de uma apresentação de dois desconhecidos ao mercado fonográfico mas a convergência destes juntamente com Rogério Duprat que resultou num disco clássico da nossa música.

Um clássico pode ser definido como uma obra que atravessa o tempo com suas características e qualidades artísticas intactas e é neste quesito que o “Alceu Valença & Geraldo Azevedo” se insere.

Rápida digressão: no início dos anos 70, a banda inglesa Pink Floyd andava empolgada com um novo sistema chamado Quadrifônico ou Estéreo 4.0, correspondente ao atual Surround, e gravou três discos neste formato. O Quadrifônico usava quatro canais de captação (o padrão então utilizado era dois) dispostos em diferentes pontos do estúdio capturando diversas tonalidades do som. A reprodução destes LPs, porém, exigia aparelho de som compatível, ou seja: com quatro caixas de autofalantes distribuídas nos ambiente o que dava ao ouvinte a sensação de se estar dentro do estúdio junto com a banda. O formato não vingou dada a indefinição do mercado quanto ao padrão a ser utilizado comercialmente e o valor elevado dos aparelhos para reprodução.

Deriva daí a confusão feita com o título do álbum que, ao contrário do que se afirma, não se chama ‘Quadrafônico’ pois esta denominação apenas identifica a tecnologia utilizada em oposição ao padrão Estéreo.


Alguns discos foram concebidos para serem ouvidos do começo ao fim, na ordem em que foram gravados, como o “The Dark Side Of The Moon” (1973), do Pink Floyd  -  um dos três em que a banda utilizou a tecnologia quadrifônica na gravação - , e isto é essencial para que a obra seja compreendida em toda a sua complexidade dado que a divisão entre as faixas não obedece à lógica padrão de um disco comum de ‘faixas soltas’. (Parece, inclusive, que há uma lei da Corte Marcial que condena os subversivos desta ordem a serem açoitados em praça pública tamanho é o sacrilégio cometido)

Este é o caso de “Alceu Valença & Geraldo Azevedo” que foi pensado para ser ouvido do começo ao fim e assim se possa ‘tocar’ as texturas, efeitos e cores que cruzam a fronteira da música e o aprumam rumo às artes visuais.

O regionalismo da dupla está aí mas não é o determinante. Tem ciranda, coco, viola caipira, rock mas é a psicodelia quem dá a liga. A conversa entre músicos e técnicos durante as seções de gravação no estúdio também estão presentes no disco, outra novidade para aumentar no ouvinte a ilusão de imersão no som.

Destaco aqui como um dos pontos altos deste trabalho a beleza na interpretação de “Talismã”. É coisa fina F.C.

A importância deste álbum quadrifônico é tamanha que o cultuado e raríssimo “Paêbirú”, disco psicodélico de Zé Ramalho e Lula Côrtes e que se tornou o vinil brasileiro mais caro chegando a custar R$ 4.000, só viria a ser lançado em 1975 e nele Alceu também deu sua contribuição.
Registre-se ainda que quando foi lançado “Alceu Valença & Geraldo Azevedo” o auge do rock psicodélico no mundo tinha ficado para trás perdido no éter da década de 60 e talvez por isto, suponho, o álbum não teve o devido destaque.

Esqueça os clássicos de Alceu e Geraldo que vieram à sua cabeça enquanto você lia este artigo. As músicas produzidas são uma terceira coisa para além da obra individual destes dois gigantes.

É com “Horrível”, a derradeira faixa do brilhante álbum “Alceu Valença & Geraldo Azevedo”, que o Risco no Disco convida você a fazer mais uma viagem pelo universo da música brasileira.

Texto | Risco no Disco

1972 | QUADRAFÔNICO

01. Me dá um beijo (Alceu Valença)
02. Virgem Virginia (Alceu Valença, Geraldo Azevedo)
03. Mister mistério (Geraldo Azevedo)
04. Novena (Geraldo Azevedo, Marcus Vinicius)
05. Cordão do Rio Preto (Alceu Valença)
06. Planetário (Alceu Valença)
07. Seis horas (Alceu Valença)
08. Erosão (Alceu Valença)
09. 78 rotações (Alceu Valença, Geraldo Azevedo)
10. Talismã (Alceu Valença, Geraldo Azevedo)
11. Ciranda de Mãe Nina (Alceu Valença)
12. Horrível (Alceu Valença)

DOWNLOAD

Gene Vincent


Gene Vincent ou Eugene Vincent Craddock, músico norte-americano de rockabilly, mais conhecido por seu sucesso "Be-Bop-A-Lula".

Começou sua carreira tocando em diversas bandas de música country em Norfolk, Virgínia, depois de deixar a Marinha dos Estados Unidos com uma lesão permanente na perna. Assinou contrato com a Capitol Records com sua banda de apoio, The Blue Caps.

Depois que "Be-Bop-A-Lula" transformou-se num grande sucesso em 1956, Gene Vincent & os Blue Caps não conseguiram emplacar outros hits de tamanha repercusão, mas tiveram uma carreira pontilhada de sucessos como: "Bluejean Bop", "Race With the Devil", "Lotta Lovin'", "Crazy Legs" et "Baby Blue". Vincent inclusive foi um dos primeiros astros de rock a estrelar um filme, chamado The Girl Can't Help It.

Um fato marcante na carreira do cantor foi a morte de seu melhor amigo Eddie Cochran em um acidente automobilistico, durante uma turnê que ambos faziam pela Inglaterra no ano de 1960. Gene que também estava no veículo teve a antiga lesão de sua perna agravada e até o fim de sua vida não se recuperou psicologicamente do ocorrido.

A carreira de Gene teve uma enorme perda de popularidade a partir da metade dos anos 60, com a chegada das "english bands", embora ele continuasse a fazer sucesso na Europa, principalmente na Inglaterra e França.

Passou os últimos anos de sua vida tentando reconquistar o antigo sucesso, mas acabou afundando-se cada vez mais no álcool e na depressão. Faleceu na California em 1971, de cirrose gástrica.

Gene Vincent está sepultado no Eternal Valley Memorial Park em Newhall, Califórnia.

Forma junto com Buddy Holly e Eddie Cochran a quintessencia do rockabilly, sendo sem sombra de dúvidas, os maiores nomes do gênero.

Texto | Wikipédia

1980 | FOREVER

01. Gene Vincent | Bring It On Home
02. Gene Vincent | The Rose Of Love
03. Gene Vincent | Hey Hey Hey Hey
04. Gene Vincent | Party Doll
05. Melody Jean Vincent | Say Mama
06. Johnny Carrol | Tribute To Gene: Black Leather Rebe
07. Johnny Legend | Right Now
08. Ray Campi | Rocky Road Blues
09. Jimmy Lee Maslon | Dance To The Bop
10. Jimmy Lee Maslon | Be Bop Boogie Boy
11. Ray Campi | Lotta Lovin'
12. Jimmy Lee Maslon | Important Words

DOWNLOAD

Daniela Lasalvia


A paulistana Dani LaSalvia ingressou cedo na música. Estudou piano dos 7 aos 15 anos. Na adolescência, fez três anos de canto lírico. Depois, estudou percussão vocal e corporal com Stênio Mendes, e violão com Paulinho Paraná. Mais tarde, passou uma temporada em Moscou para aperfeiçoamento em canto lírico, no Conservatório Tchaikovsky. Logo voltou ao Brasil e focou seu trabalho em canto popular.

A cantora, compositora e instrumentista chega ao disco com Madregaia, lançado no final de 2006 e dirigido artisticamente em parceria com o cantor e multi-instrumentista mineiro Dércio Marques, depois de participar de três edições do projeto Prata da Casa, espaço para novos talentos, idealizado pelo Sesc Pompéia, em São Paulo.

O resultado é uma seleção variada, com influência da world music e da música regional brasileira, uma das conseqüências de sua parceria com o multi-instrumentista Dércio Marques, que assina a direção artística do disco.

Gaia significa deusa da fertilidade ou mãe terra, em grego. “Madregaia é uma redundância, por termos a palavra mãe duas vezes. Escolhi esse nome porque as canções selecionadas celebram a vida”, diz Dani Lasalvia. O repertório do CD foi determinado pela estética da letra, melodia e estilo de cada canção. “O objetivo era que o trabalho não ficasse linear.”

No repertório do CD duplo com 26 faixas, criações próprias e de outros autores, como Jean Garfunkel, Nô Stopa e Amauri Falabella, além de obras compositores renomados e participações especiais, como Trenzinho do Caipira (com Stênio Mendes na craviola) e Melodia Sentimental, de Heitor Villa-Lobos, em parcerias com Ferreira Gullar e Dora Vasconcelos; Valsinha, de Chico Buarque & Vinícius de Moraes); e Feixe, de Chico César. Completam ainda a seleção, o fado Samba das Índias (Edu Santana & Juca Novaes), com Toninho Ferragutti no acordeom, e o alerta ambiental Quiquiô (Kykyó), de Geraldo Espíndola, que aborda a formação do povo indígena brasileiro.

Tietê Meu Rio (Jean Garfunkel & Lony Rosa); Vida de Água (Amauri Falabella); Manacá da Serra (Luís Perequê Açu); e Meninos (Juraildes da Luz) são algumas faixas de temática “verde”. Madregaia busca também resgatar a identidade cultural do país.

Duas canções de domínio público, inseridas, são bons exemplos disso. Água de Mani conta a história antiqüíssima de hábitos ritualísticos dos já extintos índios Tremembé de Almofala (CE). Olê Caninana mostra a influência negra da dança folclórica potiguar Coco de Zambê.

A religiosidade brasileira também é homenageada com Ave Maria (Charles Gounod/Vicente Paiva & Jayme Redondo), Romaria (Renato Teixeira) e Procissão de Fogaréu (Luís Perequê Açu) – que aborda a festa popular de origem portuguesa feita em Paraty. Prece do Ó (letra recolhida por Cassiano Ricardo) conta a história do santo negro Santo Antonio do Catigeró, muito cultuado na Bahia. “Foi o êxtase, a vontade do êxtase, que levou Dani pelos quadrantes da Terra de Vera Cruz. Por mais de dez anos, ela andou por aí, à própria custa, ouvindo aprendendo, conversando com as lavadeiras das Alagoas, com os violeiros do Mato Grosso, com os catireiros do interior paulista, com os jongueiros daqui e dali, os quilombolas, os índios das tribos tais e quais, aprendendo idiomas, incorporando gestos e gostos, entendendo as lendas, reconstruindo-se, ampliando-se, maravilhando-se”, fala sobre Dani Lasalvia o crítico de música Mauro Dias, responsável pela apresentação do CD de estréia.

Texto | Dani LaSalvia

207 | MADREGAIA

CD 1
01. Kikyô
02. Água de Mani - Eternecendo a Espera
03. Olê Caninana
04. Vinheta Vida de Água
05. Fuga 19
06. Samba das Índias
07. Vinheta da Juréia - Procissão do Fogaréu
08. Mandu
09. Ciranda Lunar
10. Canto Lunar
11. Madre Latina
12. Prece do Ó - Ausência - Romaria
13. Trenzinho do Caipira

CD 2
01. Rota das sereias
02. Feixe
03. Vida de água
04. Tietê, meu rio
05. Variante
06. Ave Maria
07. Valsinha
08. Andaluz
09. Melodia sentimental
10. Manacá da serra
11. Meninos-Sabiá laranjeira
12. Criança
13. Cala-te boca-Pamas d'água

DOWNLOAD

Ricardo Vignini & Zé Helder


Em 2007, dois violeiros nascidos em 1973 e membros da banda Matuto Moderno, se juntaram para tocar e adaptar clássicos do rock para viola caipira. A ideia inicial de Ricardo Vignini e Zé Helder era mostrar a potencialidade do instrumento para seus alunos e lembrar-se das diversões da adolescência que tinham essa música como trilha sonora.

O lançamento do CD “Moda de Rock & Viola Extrema” em 2011 se tornou um sucesso de mídia, vendas e de shows realizados em diversas regiões do Brasil e nos EUA. Transformando In the Flesh do Pink Floyd em uma singela valsinha, Aces High do Iron Maiden e Master of Puppets do Metallica ganharam uma levada de pagode de viola. Além destas, o CD conta com faixas de Led Zeppelin, Beatles, Jimi Hendrix, Megadeth, Sepultura, Nirvana, Jethro Tull e Ozzy Osbourne executadas apenas com duas violas de forma instrumental. A faixa Aqualung, Jethro Tull, tem a participação do também violeiro Renato Caetano e Kaiowas, Sepultura, tem o palmeado e sapateado de catira de Edson Fontes dos grupos Os Favoritos da Catira e Matuto Moderno.

O CD foi masterizado no Abbey Road Studios em Londres, estúdio que gravou 90% da obra dos Beatles, Pink Floyd, Foo Fighters, Green Day. Produzido por Ricardo Vignini, lançado pelo selo Folguedo, que é exclusivamente dedicado a música de viola “Moda de Rock” tem a distribuição da Tratore.

Para 2012 está programado o lançamedo do primeiro DVD do “Moda de Rock” com as participações de Pepeu Gomes, Kiko Loureiro e Os Favoritos da Catira, as gravações aconteceram nos SESCs Pinheiros e Pompéia. E também a primeira turnê pela Europa.


Moda de Rock

Viola Extrema é o novo trabalho dos violeiros Ricardo Vignini e Zé Helder, dois dos principais expoentes da nova geração da viola brasilera..

O que torna o trabalho de Ricardo e Zé Helder diferente é que ao mesmo tempo que veneram Tião Carreiro, rendem homenagens a suas raízes no Rock’n Roll.

Ambos fazem parte do Matuto Moderno, uma banda que já toca o som caipira raiz com uma pegada rocker: viola com pedais de distorção, slide, teremim, o que puder ser utilizado para dar uma roupagem moderna e pessoal no som.
“Moda de Rock – Viola Extrema” é um resgate de suas origens roqueiras. Foram escolhidas músicas que fizeram parte da trajetória musical dos dois músicos. Uma forma de prestar homenagem aos artistas que os incentivaram a pegar o primeiro violão e dar os primeiros acordes e também para fazer um trabalho novo.

É também uma maneira de apresentar a viola, um dos instrumentos mais importantes da cultura brasileira á roqueiros, através de músicas já conhecidas por todos.

2010 | MODA DE ROCK

01. Kashimir | Led Zeppelin
02. Master of Puppets | Metallica
03. Norwegian Wood | This Bird Has Flown | The Beatles
04. In The Flesh | Pink Floyd
05. Kaiowas | Sepultura
06. May This Be Love | The Jimi Hendrix Experience
07. Aces High | Iron Maiden
08. Mr. Crowley | Ozzy Osbourne
09. Smell Like Teen Spirit | Nirvana
10. Hangar 18 | Megadeth
11. Aqualung | Jethro Tull

DOWNLOAD

Moda de Rock II

De certa maneira, Ricardo Vignini & Zé Helder formam uma dupla sertaneja. Só que os músicos, diplomados na escola do rock, seguem toada bem diversa da turma do sertanejo universitário. Em Moda de rock II (Folguedo / Tratore), álbum instrumental produzido por Vignini e lançado neste mês de janeiro de 2016 por via independente, a dupla de violeiros inventa mais moda - de (e com) viola, claro - e traz para o mundo caipira outras músicas associadas ao universo do rock.

Moda de rock II dá continuidade ao projeto idealizado em 2007 pelos violeiros - ambos egressos do grupo Matuto Moderno - e registrado em disco quatro anos depois com o lançamento de Moda de rock - Viola extrema (Independente, Tratore, 2011).

Conduzido pelo toque da viola caipira, Moda de rock II apresenta seleção de repertório que vai de sucessos do Queen (I want to break free - John Deacon, 1984) ao Dire Straits (a balada Why worry - Mark Knopfler, 1985), passando por clássicos das discografias de Iron Maiden (Wasted years - Adam Smith, 1986), Rolling Stones (Paint it black - Mick Jagger e Keith Richards, 1966) e Sepultura (Refuse / Resist - Andreas Kisser, Iggor Cavalera, Max Cavalera e Paulo Xisto Pinto Jr, 1993).

O toque virtuoso de Vignini e Helder valoriza o projeto.

2016 | MODA DE ROCK II

01. Refuse/Resist | Sepultura
02. Why Worry | Dire Straits
03. Fearless | Pink Floyd
04. Pant It, Black | The Rolling Stones
05. I Want to Break Free | Queen
06. Raining Blood | Slayer
07. Laguna Sunrise | Black Sabbath
08. Diary of Madman | Ozzy Osbourne
09. Thunderstruck | AC/DC
10. Fade to Black | Metallica
11. We Want the Airwaves | Ramones
12. Wasted Years | Iron Maiden

DOWNLOAD

Texto extraído do blog| Armazém do Rock Nacional

Lonnie Liston Smith & The Cosmic Echoes


Lonnie Liston Smith, Jr. músico americano de jazz, soul e funk.

Já tocou com notáveis artistas do jazz como Pharoah Sanders e Miles Davis antes de formar a Lonnie Liston Smith & the Cosmic Echoes, gravando álbuns amplamente considerados clássicos dos gêneros fusion, quiet storm, smooth jazz and acid jazz.

1966 | SOULIN'

01. Expansions
02. Desert Nights
03. Summerdays
04. Voodoo Woman
05. Peace
06. Shadows
07. My Love

DOWNLOAD

Lou Rawls


Eu sinto falta de olhar para a capa de um disco e pensar: queria ser esse cara. Na verdade eu acho que quase nunca passei por isso, mas quando encaro a capa de Soulin’, acima, só um pensamento vem à mente: eu queria ser Lou Rawls.

Não o Lou jazzista de Stormy Monday (1962), álbum de estreia do cantor lançado pela Blue Note, onde ele brilhava com o seu vocal potente acompanhado pelo piano de Les McCann.

Pois apesar de Lou estar sempre imprimindo o seu passado gospel/soul em todas as suas canções, Stormy Monday é um disco mais frio e cool, enquanto Soulin’, lançado em 1966, é bem mais, obviamente, soul e com ótimas pitadas de jazz à Frank Sinatra. O início com “A Whole Lotta Love” e o hit “Love Is a Hurtin’ Thing” vêm com um vocal rasgado o suficiente para nos afundarmos no sofrimento amoroso de Lou e talvez por isso “So Hard to Laugh, So Easy to Cry” e “You’re the One” aparecem logo na sequência com um Lou encarnando Sinatra novamente.

Um resumo do que nos aguarda no restante do álbum, pois Soulin’ é uma constante alternância desses dois Lous. Em “Don’t Explain”, de Billie Holiday, ele se mostra mais cool e no controle, e “On a Clear Day” só poderia ser descrita com uma valsinha pelas ruas congeladas de Nova York, enquanto em “What Now My Love”, apesar do clima big band, e em “Breaking My Back”, a última, ele volta a trazer o coração mais pra boca e a vontade de ser esse baixinho olhando para trás com um fundo rosa avermelhado só fica mais forte ao fim do álbum.

Texto | Denis Fujito

1966 | SOULIN'

01. A Whole Lotta Woman
02. Love Is A Hurtin' Thing
03. So Hard To Laugh, So Easy To Cry
04. You're The One
05. Don't Explain
06. What Now My Love
07. Memory Lane
08. Old Man's Memories (Monologue)
09. It Was A Very Good Year
10. Growing Old Gracefully (Monologue)
11. Old Folks
12. Autumn Leaves
13. On A Clear Day (You Can See Forever)
14. Breaking My Back (Instead Of Using My Mind)

DOWNLOAD

Supertramp


Supertramp, banda britânica de rock progressivo que obteve grande sucesso nos anos 70 e início dos anos 80 e que venderam mais de 70 milhões de álbuns.

Patrocinado pelo milionário holandês Stanley August Miesegaes, o vocalista, pianista e ex-baterista Rick Davies pôs um anúncio no jornal Melody Maker em busca de integrantes para a formação do grupo, em agosto de 1969. Rick Davies então juntou-se aos músicos Roger Hodgson (vocal, guitarra e teclados), Richard Palmer (guitarra, balalaika e vocais) e Robert Millar (percussão e harmônica). A banda inicialmente chamava-se Daddy, tendo o nome posteriormente alterado para Supertramp, que ao pé da letra quer dizer "super andarilho", inspirado num livro de W.H. Davies, “The Autobiography of a Super-Tramp”.

O recém-batizado Supertramp foi um dos primeiros grupos de rock a assinar com A&M Records inglesa, e o primeiro álbum foi lançado em julho de 1970. Apesar das boas críticas, foi um fracasso comercial – tanto que só saiu oficialmente nos Estados Unidos em 1977. Richard Palmer, desgostoso, resolveu sair seis meses depois do lançamento do primeiro LP, e Robert Millar teve uma crise nervosa logo em seguida. Foram substituídos por Frank Farrell (baixo), Kevin Currie (bateria) e Dave Winthrop (flauta e saxofone).

O álbum com esta formação, Indelibly Stamped, enfim trazia as marcas registradas da banda: as harmonias vocais entre Davies e Hodgson, e solos de saxofone. Mas também foi um fracasso de vendas, o que fez com que Miesegaes retirasse o patrocínio. Novamente o grupo debandou, restando apenas Hodgson e Davies.

No final de 1972, convocaram o baixista Dougie Thomson, o baterista Bob Siebenberg (que era um americano vivendo ilegalmente na Inglaterra, daí seu pseudônimo “Bob C. Benberg”) e o homem que deu o toque final ao som do grupo, John Helliwell (saxofone e sopros em geral, vocais).Essa formação lançou Crime of The Century em 1974 e finalmente fez sucesso com “Dreamer”, “School”, “Bloody Well Right”, entre outros hits. O disco seguinte, Crisis? What Crisis?, de 1975, não foi tão bem nas vendas, mas Even in the Quietest Moments, de 1977, recolocou o Supertramp no topo das paradas musicais com “Give a Little Bit” e “Fool's Overture”. Breakfast in America, de 1979, trouxe mais sucessos ("The Logical Song", "Take the Long Way Home", "Goodbye Stranger", "Breakfast in America") e vendeu 18 milhões de cópias.

O ano de 1982 não foi bom para o grupo. Após tantos anos de sucesso, Roger Hodgson resolveu abandonar a banda após a turnê de …Famous Last Words…. Existem várias especulações sobre sua saída, e nenhuma delas convenceu na época. Alguns diziam que Hodgson se sentia musicalmente limitado (o que não se sustenta, já que seus discos solo são bem parecidos com o material habitual do Supertramp); até que, em uma entrevista, Hodgson revelou que deixou a banda porque sua esposa na época não se dava bem com a esposa de Rick Davies.

Davies resolveu manter o Supertramp na ativa com o álbum Brother Where You Bound, iniciado pelo single "Cannonball". A faixa título do álbum, de 16 minutos de duração, conta com a participação especial de David Gilmour, do Pink Floyd.Em 1996, Davies reformou o Supertramp com Helliwell, Siebenberg e Hart, mais alguns músicos de estúdio. Essa formação gravou o album de estudio Slow Motion em 2002, quando o grupo entra em hiato novamente, a despeito de uma nova e igualmente fracassada tentativa de voltar à ativa com Hodgson em 2005.

Em 2010 o Supertramp,reformado mais uma vez,entra em turnê para comemorar o 40 º aniversário do primeiro lançamento do grupo. Roger Hodgson, que não está incluído nesta turnê.

O tempo não tira o valor do que foi feito, embora o contexto de cada dia, mude a banda, Supertramp sempre terá o seu valor..

Texto | Wikipédia

1970 | SUPERTRAMP

01. Surely
02. It’s a Long Road
03. Aubade and I Am Not Like the Other Birds of Prey
04. Words Unspoken
05. Maybe I’m a Beggar
06. Home Again
07. Nothing to Show
08. Shadow Song
09. Try Again
10. Surely

DOWNLOAD

1970 | INDELIBLY STAMPED

01. Your Poppa Don’t Mind
02. Travelled
03. Rosie Had Everything Planned
04. Remember
05. Forever
06. Potter
07. Coming Home to See You
08. Times Have Changed
09. Friend in Need
10. Aries

DOWNLOAD

1974 | CRIME OF THE CENTURY

01. School
02. Bloody Well Right
03. Hide In Your Shell
04. Asylum
05. Dreamer
06. Rudy
07. If Everyone Was Listening
08. Crime of the Century

DOWNLOAD

1975 | CRISIS? WWHAT CRISIS?

01. Easy Does It
02. Sister Moonshine
03. Ain’t Nobody But Me
04. A Soapbox Opera
05. Another Man’s Woman
06. Lady
07. Poor Boy
08. Just a Normal Day
09. The Meaning
10. Two of Us

DOWNLOAD

1977 | EVEN IN THE QUIETEST MOMENTS

01. Give a Little Bit
02. Lover Boy
03. Even in the Quietest Moments
04. Downstream
05. Babaji
06. From Now On
07. Fool’s Overture


DOWNLOAD

1979 | BREAKFAST IN AMERICA

01. Gone Hollywood
02. The Logical Song
03. Goodbye Stranger
04. Breakfast in America
05. Oh Darling
06. Take the Long Way Home
07. Lord Is It Mine
08. Just Another Nervous Wreck
09. Casual Conversations
10. Child of Vision

DOWNLOAD

1980 | PARIS

CD 1
01. School
02. Ain’t Nobody But Me
03. The Logical Song
04. Bloody Well Right
05. Breakfast In America
06. You Started Laughing
07. Hide In Your Shell
08. From Now On

CD 2
01. Dreamer
02. Rudy
03. A Soapbox Opera
04. Asylum
05. Take the Long Way Home
06. Fool’s Overture
07. Two of Us
08. Crime Of The Century

DOWNLOAD

1982 | "...FAMOUS LAST WORDS..."

01. Crazy
02. Put on Your Old Brown Shoes
03. It’s Raining Again
04. Bonnie
05. Know Who You Are
06. My Kind of Lady
07. C’est le Bon
08. Waiting So Long
09. Don’t Leave Me Now

DOWNLOAD

1985 | BROTHER WERE YOU BOUND

01. Cannonball
02. Still in Love
03. No Inbetween
04. Better Days
05. Brother Where You Bound
06. Ever Open Door



DOWNLOAD

1987 | FREE AS A BIRD

01. It’s Alright
02. Not the Moment
03. It Doesn’t Matter
04. Where I Stand
05. Free as a Bird
06. I’m Beggin’ You
07. You Never Can Tell With Friends
08. Thing for You
09. An Awful Thing to Waste

DOWNLOAD

1988 | LIVE '88

01. You Started Laughing
02. It’s Alright
03. Not the Moment
04. Bloody Well Right
05. Breakfast In America
06. From Now On
07. Free As A Bird
08. Oh Darling
09. Just Another Nervous Wreck
10. The Logical Song
11. I’m Your Hoochie Cooche Man
12. Don’t You Lie To Me
13. Crime Of The Century

DOWNLOAD

1997 | SOME THINGS NEVER CHANGE

01. It’s a Hard World
02. You Win, I Lose
03. Get Your Act Together
04. Live to Love You
05. Some Things Never Change
06. Listen to Me Please
07. Sooner or Later
08. Help Me Down That Road
09. And the Light
10. Give Me a Chance
11. C’Est What?
12. Where There’s a Will

DOWNLOAD

2002 | SLOW MOTION

01. Slow Motion
02. Little By Little
03. Broken Hearted
04. Over You
05. Tenth Avenue Breakdown
06. A Sting in the Tail
07. Bee in Your Bonnet
08. Goldrush
09. Dead Man’s Blues

DOWNLOAD

2005 | RESPECTABLE - THE SUPERTRAMP ANTHOLOGY

CD 1
01. Surely
02. Your Poppa Don’t Mind
03. Land Ho
04. Summer Romance
05. School
06. Bloody Well Right
07. Dreamer
08. Rudy
09. Crime Of The Century
10. Sister Moonshine
11. Ain’t Nobody But Me
12. Lady
13. Two Of Us
14. Give A Little Bit
15. Downstream
16. Even In The Quietest Moments
17. From Now On

CD 2
01. Gone Hollywood
02. Logical Song
03. Goodbye Stranger
04. Breakfast In America
05. Oh Darling
06. Take The Long Way Home
07. You Started Laughing
08. It’s Raining Again
09. My Kind Of Lady
10. Don’t Leave Me Now
11. Cannonball
12. Free As A Bird
13. You Win I Lose
14. Another Man’s Woman
15. Over You

DOWNLOAD